O voto do Ministro Cezar Peluso, negando a morte aos bebês anencéfalos e reconhecendo-lhes a dignidade de pessoa, engrandeceu a espécie humana.
Impactante a última imagem do tribunal: os ministros saindo do plenário; na parede, o crucifixo. Deus estava lá e é testemunha. Jesus Cristo é Redentor, mas é também o Julgador.
Os juízes do STF, molambos morais que mandaram à morte seres humanos indefesos, deveriam mirar e imitar o Juiz, mas preferiram virar-Lhe as costas.
No dia do Julgamento Final, Ele vai lembrar-Se de tudo o que viu e ouviu aquele dia.
PS: O ministro Cezar Peluso é católico. Num blog 'inimigo', ele é xingado de 'sabidamente católico fervoroso'. Nós somos o sal da terra e a luz do mundo. Deus recompensará Peluso no céu.
sábado, 12 de maio de 2012
Toma essa
TEQUILA LOURINHA BOMBRIL
Essa crioula tem o olho azul
Essa lourinha tem cabelo bombril
Aquela índia tem sotaque do Sul
Essa mulata é da cor do Brasil
Essa lourinha tem cabelo bombril
Aquela índia tem sotaque do Sul
Essa mulata é da cor do Brasil
A cozinheira tá falando alemão
A princesinha tá falando no pé
A italiana cozinhando o feijão
A americana se encantou com Pelé
A princesinha tá falando no pé
A italiana cozinhando o feijão
A americana se encantou com Pelé
Häagen-dazs de mangaba
Chateau canela-preta
Cachaça made in Carmo dando a volta no planeta
Caboclo presidente
Trazendo a solução
Livro pra comida, prato pra educação
Chateau canela-preta
Cachaça made in Carmo dando a volta no planeta
Caboclo presidente
Trazendo a solução
Livro pra comida, prato pra educação
Pára e repara
Olha como ela samba
Olha como ela brilha
Olha que maravilha
Olha como ela samba
Olha como ela brilha
Olha que maravilha
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Se soubessem...
A militância do movimento negro não se dá conta de que está servindo de bucha de canhão, boi de piranha e massa de manobra de gente muito mais poderosa que ela.
O movimento revolucionário não está interessado na livre discussão de idéias, quer é disseminar o ódio, separar raças, colocar pais contra filhos, homens contra mulheres, homossexuais contra heterosseexuais, cristãos contra muçulmanos.
Revolucionário é gente diabólica.
O movimento revolucionário não está interessado na livre discussão de idéias, quer é disseminar o ódio, separar raças, colocar pais contra filhos, homens contra mulheres, homossexuais contra heterosseexuais, cristãos contra muçulmanos.
Revolucionário é gente diabólica.
Pula essa.
O Brasil já foi muito mais divertido.
Fricote
Luiz Caldas
Nega do cabelo duro
Que não gosta de pentear
Quando passa na Baixa do Tubo
O negão começa a gritar:
Olha a nega do cabelo duroQue não gosta de pentear
Quando passa na Baixa do Tubo
O negão começa a gritar:
Que não gosta de pentear
Quando passa na Baixa do Tubo
O negão começa a gritar:
Pega ela aí
pega ela aí
pega ela aí
Pra que ?
Pra passar batom
De que cor?
De violeta
Na boca e na bochecha
Pega ela aíPra passar batom
De que cor?
De violeta
Na boca e na bochecha
pega ela aí
Pra que?
Pra passar batom
De que cor?
De cor azul
Na boca e na porta do céu
Pra passar batom
De que cor?
De cor azul
Na boca e na porta do céu
Racismo! Prendam este tal David Nasser.
Como assim 'nega do cabelo duro'?! Linguagem racista, preconceituosa, pejorativa.
Denunciem os autores, cadeia para David Nasser. Levem Elza Soares e Emicida às barras dos tribunais.
JUSTIÇA!
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Vão estudar!
Thomas Sowell analisa as
políticas de ação afirmativa
ao redor do mundo
Eu não saí por aí dando a minha opinião sobre cotas para o ingresso de negros nas universidades. Este assunto é tão complexo e sério, envolve tantas variantes e exige um grau tão profundo de conhecimento que nem a mim interessa a minha opinião. Afinal, ela seria apenas mais uma opinião entre os 7 bilhões de opiniões existentes no mundo.
Quando eu escrevo sobre cotas ou políticas afirmativas em geral eu apenas expresso a minha concordância com a conclusão a que chegaram estudiosos intelectual e academicamente credenciados e reconhecidos, que pesquisaram e se debruçaram com seriedade sobre o assunto.
Suas análises e reflexões não são 'achismos' apressados e irresponsáveis. Entre tantos intelectuais e experts, eu li artigos e ensaios de duas insuspeitas autoridades no assunto: Walter Williams e Thomas Sowell, ambos negros.
Repito: eu não sai por aí dizendo, ligeiramente e superficialmente, que é 'cota é bom' ou 'cota é mau'. Não faço militância indigente-delirante. Mas se eu tenho consciência de minhas limitações, também não aceito que me imponham rótulos criminosos apenas porque sou contra cotas e sou da 'elite branca de olhos verdes".
Vão estudar!
PS 1: A propósito: seria interessante saber quantos destes acusadores de racistas conhecem o trabalho e leram os livros dos dois acadêmicos negros que eu citei.
PS 2: muitos dos ofendidos que invadiram o meu blog para caluniar-me, tachando-me de racista, comentavam, referindo-se ao meu ídolo Pelé, que negro para mim só se fosse jogador. Afinal, para jogar futebol não precisa ter diploma.
Respeitem Pelé ! Ele fez vestibular e formou-se em Educação Física, em 1974, com qualificação de 'professor'. E o atleta e bicampeão olímpico em salto triplo, Adhemar Ferreira da Silva, formou-se escultor pela Escola Técnica Federal de São Paulo (1948), em Educação Física na Escola do Exército, em Direito na Universidade do Brasil (1968) e Relações Públicas na Faculdade de Comunicação Social Cásper Libero (1990). Foi adido cultural na embaixada brasileira em Lagos, Nigéria, entre 1964 e 1967 e falava cinco idiomas.
A foto histórica é de 1974 e registra o momento da entrega do diploma da Faculdade de Educação Física da Universidade Metropolitana de Santos (Unimes),a dois atletas que marcaram época no futebol brasileiro e mundial. Um deles é ninguém menos que o Rei Pelé. O outro é Emerson Leão, ex-goleiro e ex- treinador de futebol (do Santos inclusive) .
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Por que que eu não pensei nisto antes?
DOMINGO, 19 DE SETEMBRO DE 2010
Por que que eu não pensei nisto antes?
"Pourquoi je ne pas pensé a ça avant?" (Por que que eu não pensei nisto antes?)
Noventa e nove por cento da humanidade são incapazes de cometer um pensamento original. Itamar Assumpção é um por cento.
http://www.youtube.com/watch?v=azMy4t8DL d0
Noventa e nove por cento da humanidade são incapazes de cometer um pensamento original. Itamar Assumpção é um por cento.
http://www.youtube.com/watch?v=azMy4t8DL
Obama: meio preto, meio branco.
Barack Obama e sua mãe, a americana do Kansas, Ann Dunham
Cota na entrada e na saída? Assim, até eu.
Já começou: primeiro, foi a cota para ajudar o negro a entrar na universidade; agora, já estão falando em cota para conseguir emprego. E depois, o quê vem mais para preencher este aparentemente inesgotável saco de bondades? O que virá na esteira da cota para o ingresso na faculdade, aquele empurrãozinho de nada para compensar a opressão, discriminação e sofrimento dos negros, em 400 anos de escravidão?
Quem não sabe disto?
*http://bit.ly/K1C87f
(http://bit.ly/JanV54)
Pelo jeito ,o clamor das ruas é guloso e tem pressa. Menos de uma semana depois da aprovação das cotas para o ingresso nas universidades, o assunto das cotas para pretos em postos de trabalho já estava nas cogitações do STF.
A prova é a entrevista, no dia 2 de maio, do atual presidente do Supremo, ministro e ex-petista (sic), Carlos Ayres Brito, que votou favoravelmente às cotas raciais nas instituições de ensino superior.
A prova é a entrevista, no dia 2 de maio, do atual presidente do Supremo, ministro e ex-petista (sic), Carlos Ayres Brito, que votou favoravelmente às cotas raciais nas instituições de ensino superior.
Após o Supremo Tribunal Federal considerar constitucionais as cotas raciais para a educação, o ministro Carlos Ayres Britto , presidente da corte, disse que as políticas afirmativas podem atingir também postos de trabalho.
"Havendo incentivos fiscais, é possível", disse ele nesta terça-feira (1/5). Evitando generalizações, Britto afirma que tais casos devem ser examinados individualmente, mas que o direito ao trabalho pode entrar, sim, como uma oportunidade de promover a "igualdade aproximativa" entre negros e brancos.
"É necessário que se examine a razoabilidade e proporcionalidade das medidas", afirma Britto, para quem "é função da Justiça do Trabalho compensar a inferioridade factual do empregado com uma superioridade jurídica."*
Não há surpresa, eu mesma já cantei a bola. Daqui a pouco, vai vir também a cota de notas (alunos negros já terão garantida, de saída, nota 2. Se tirar 3 na prova, já passa por média 5, uma coisa assim).
Quando eu escrevi no texto "Preto não" a frase 'Sei lá, ele pode ter conseguido seu diploma por cota e não por mérito", os ofendidos cobriram-se de xingamentos, apontando a frase como a prova cabal de minha ignorância, estupidez e falta de preparo para ser jornalista: "cota é só para entrar, para tirar o diploma tem que ralar". Então, tá.
O que os
iluminados não sabem ou fazem de conta que não sabem é que a palavra diploma, neste caso, é figura de
linguagem, ela sintetiza todo o saco de bondades que virá (já está aí) na esteira da primeira conquista, a cota para entrar na universidade. "Havendo incentivos fiscais, é possível", disse ele nesta terça-feira (1/5). Evitando generalizações, Britto afirma que tais casos devem ser examinados individualmente, mas que o direito ao trabalho pode entrar, sim, como uma oportunidade de promover a "igualdade aproximativa" entre negros e brancos.
"É necessário que se examine a razoabilidade e proporcionalidade das medidas", afirma Britto, para quem "é função da Justiça do Trabalho compensar a inferioridade factual do empregado com uma superioridade jurídica."*
Não há surpresa, eu mesma já cantei a bola. Daqui a pouco, vai vir também a cota de notas (alunos negros já terão garantida, de saída, nota 2. Se tirar 3 na prova, já passa por média 5, uma coisa assim).
Quando eu escrevi no texto "Preto não" a frase 'Sei lá, ele pode ter conseguido seu diploma por cota e não por mérito", os ofendidos cobriram-se de xingamentos, apontando a frase como a prova cabal de minha ignorância, estupidez e falta de preparo para ser jornalista: "cota é só para entrar, para tirar o diploma tem que ralar". Então, tá.
Quem não sabe disto?
*http://bit.ly/K1C87f
(http://bit.ly/JanV54)
"Pensam que eu sou branco'. (Chico Buarque))
“As pessoas pensam que são brancas, inclusive que eu sou branco. E isso só acontece no Brasil. Nós somos um povo mestiço. Branco só o filho de Xuxa com Taffarel”.
Caetano: 'Preto' é incorreto? 'Negro' é pedante.
Caetano Veloso, um mulato nato, no sentido lato, mulato do litoral. Bravo!
sábado, 5 de maio de 2012
"A dois saltos da eternidade"
Obrigada, tropa de choque e militância ensandecida. A vossa volúpia de acusar-me de racista acabou por proporcionar-me o prazer e a honra de saborear e conhecer a história, os pensamentos, a inteligência e a independência corajosa do grande homem e brasileiro admirável, que é Adhemar Ferreira da Silva. Entrevista indispensável. É para ser lida do início ao fim.
http://www.portalafro.com.br/
"Eu não sou afro-descendente. Eu sou brasileiro."







Adhemar Ferreira da Silva
"A dois saltos da eternidade"por Cintia Rabaçal *

Portal – Como sr. vê a condição dos afrodescendentes no Brasil?
Adhemar – Olha, vocês não vão gostar, mas eu não tenho nada a ver com afro-brasileiros.
Portal – O sr. não se considera um afrodescendente?
Adhemar – Eu não. Eu sou brasileiro! Não tenho nada com África. Nada, nada, nada com África. E digo sinceramente porquê. Estive três anos na Nigéria, e em nenhum momento eu ouvi os nigerianos falando em afro-brasileirismo, ou Brasil/África, ou qualquer coisa assim. Eles jamais ligaram para a nossa existência. Portanto eu não tenho nada a ver com eles.
Portal – É verdade que o sr. é rejeitado pelos movimentos afro-brasileiros, tanto pelas alas extremistas, quanto pelos mais moderados?Adhemar – Eu não sei, mas acredito que sim, porque por duas vezes eu fui candidato a deputado e não recebi apoio nenhum, mas nenhum, de negros; só recebi dos brancos. Então eu não sei o que acontece, se sou rejeitado. E se sou, também estou pouco ligando para isso.
Portal – Para o sr. isso não é importante?Adhemar – Para mim não, não é. Nada, nada importante. Na verdade eu sempre fui, sim, rejeitado pelos negros. E isso eu acho que é uma burrice, uma ingenuidade, uma falta de educação, falta de tudo. Porque quando dizem que eu só procurei os brancos, ora, eu entrei para o esporte, num clube de brancos! Não existiam clubes de negros! E todas as vezes em que eu recebi algum tipo de auxílio, seja para o estudo ou para o esporte, eu recebi dos brancos. Então eu não vejo porque teria de ser rejeitado. Isso me entristece muito, mas muito mesmo. E não só por mim! Eu vejo pela minha filha, também (que é cantora, além de ser jornalista). Em todos os shows dela a platéia está lotada, mas de brancos, seja o espetáculo pago ou gratuito. Quer dizer, o negro não dá suporte ao negro, essa é a verdade. Do contrário nós estaríamos em melhores condições, poderíamos ser como os negros americanos. Mas acho que o negro brasileiro não sofreu o bastante, só fica preso àquela questão de senzala.
Portal – Quais as diferenças entre os negros brasileiros e os americanos?Adhemar – Bem, graças a um Lincoln, que abriu quatro escolas um dia depois da abolição da escravatura nos Estados Unidos, os negros tiveram condições de estudar e galgar postos na vida norte-americana. Hoje há um grande número de médicos, advogados, almirantes, brigadeiros, enfim, os negros americanos ganharam condições. E são unidos, ganham força com isso. Porque quando não conseguem melhores condições de trabalho, eles formam suas próprias empresas, até universidades. Agora, o negro brasileiro jamais se uniu para poder fazer qualquer coisa em torno de si mesmo. Por falta do dinheiro, o número de negros nas universidades brasileiras, públicas ou particulares, é sempre muito pequeno, uma minoria. E ninguém se une para nada. Só ficam gritando nas ruas "nós, os negros; nós, os negros". Isso não leva a nada.



Entrevista completa, concedida por Adhemar Ferreira da Silva em dezembro de 2000, poucos dias antes de morrer, no dia 12 de janeiro de 2001), no link: http://www.portalafro.com.br/entrevistas/adhemar/entrevista.htm

Ouro para o neto de Adhemar Ferreira da Silva
(clique na imagem para ver maior)
Diego Menasse, neto do mitólogico Adhemar Ferreira da Silva*, merece medalha de ouro em coragem. Contra (quase) todos, ele diz que é contra as cotas para o ingresso de negros nas universidades. No lugar de cotas, quer mérito.
Como o seu avô, atleta negro bicampeão/medalha de ouro em salto triplo nas Olímpiadas de Helsinque, em 52 e de Melbourne, em 56, e imortalizado no Hall da Fama do Atletismo, em 2012, Diego tem um pé no futuro, enxerga longe. Ele sabe que cotas para negros são injustas pois " excluem índios, pardos e adjacentes.... ".
Para Diego Menasse - filho da cantora e atriz negra, Adyel Silva, e do professor e escritor nascido em Viena, o judeu austríaco Robert Menasse -, o lema é: "Cotas para quem não pode pagar, SIM. Cotas para uma etnia, não."
Como ele deixa claro no exemplo da ponte e do engenheiro negro, cota é tiro pela culatra, vai criar racismo onde não tem. É só parar um pouco e pensar com discernimento e antevisão. Não vai demorar muito e, provavelmente, assistiremos a esta cena:
Uma pessoa entra num consultório e é atendida por um médico negro. Ela fica em dúvida: será que ele entrou na universidade porque tinha capacidade e mérito próprios ou entrou pelo sistema de cotas? Na dúvida e por não querer correr riscos, em vez de realizar a consulta, ela dá uma desculpa e sai.
Antes da cota, esta mesma pessoa não fazia qualquer restrição à raça, cor ou etnia. Agora, quando ela vê um profissional negro, lembra da cota e não quer os seus serviços. Conclusão: as cotas não incluem, excluem.
Bravo, Diego, és corajoso. Quem sai aos seus não degenera. Adhemar ferreira da Silva teria orgulho de ti. Nas palavras de quem te conhece, tu entendes que não precisas de cotas, tens teu orgulho, podes conquistar o que quiseres por teus méritos, ser herói da tua própria história.
Eu também acredito nisto, eu acredito em ti.
"A coisa que mais me inspira em relação ao meu avô é que ele provou que o ser humano tem a capacidade de fazer tudo que quiser." (Diego Menasse)
* Adhemar também foi um escultor formado pela Escola Técnica Federal de São Paulo (1948), Educação Física na Escola do Exército, Direito na Universidade do Brasil (1968) e Relações Públicas na Faculdade de Comunicação Social Cásper Libero (1990). Foi adido cultural na embaixada brasileira em Lagos, Nigéria, entre 1964 e 1967.
* Adhemar também foi um escultor formado pela Escola Técnica Federal de São Paulo (1948), Educação Física na Escola do Exército, Direito na Universidade do Brasil (1968) e Relações Públicas na Faculdade de Comunicação Social Cásper Libero (1990). Foi adido cultural na embaixada brasileira em Lagos, Nigéria, entre 1964 e 1967.
Em 1956, foi ator na peça Orfeu da Conceição, de Vinicius de Moraes e no filme franco-italiano Orfeu Negro, de 1962, feito a partir do texto teatral, que venceu o Oscar de melhor filme estrangeiro.
No escudo do São Paulo Futebol Clube, as duas estrelas douradas que estão na parte de cima foram adotadas em sua homenagem. Elas se referem aos recordes mundiais batidos por ele nas Olimpíadas de Helsinque em 1952 e nos Jogos Panamericanos da Cidade do México em 1955. Adhemar Ferreira da Silva se transfere para o carioca Club de Regatas Vasco da Gama em 1955 e por ele encerrou sua carreira em 1960. Vencedor até a sua última prova, encerra sua última competição oficial como campeão carioca no salto triplo com a marca de 15,58 m, disputada no Complexo Esportivo do Maracanã em 1º de outubro de 1960.
Os saltos de Adhemar inauguraram a mitológica tradição brasileira nas provas de salto triplo. Depois dele, surgiram Nelson Prudêncio (prata na Cidade do México em 1968 e bronze em Munique 1972) e João Carlos de Oliveira, o João do Pulo (bronze em1976 e 1980).
http://pt.wikipedia.org/wiki/Adhemar_Ferreira_da_Silva
http://pt.wikipedia.org/wiki/Adhemar_Ferreira_da_Silva
Racista sim.
Alguns leitores insistem em dizer que minha recusa à pecha de racista e a exibição de provas irrefutáveis de que não o sou são a própria confissão de que eu sou, sim, racista (sic). Um gigante do pensamento, chamado Edilson, obrou a seguinte pérola, num comentário ao texto "Racista não":
"Me desculpe mas você é racista sim senhora, não é o opressor quem decide se é ou não,
mas sim o oprimido que sabe reconhecer facilmente quem o oprime.". |
Segundo: eu concordo que "uma pessoa livre de preconceitos (seja ele de qualquer natureza) não enxerga o outro como um produto rotulado, com suas especificações, tamanho, cor, peso, origem etc. Ela simplesmente ama ou não, respeita ou não a outra PESSOA. Independente de quem seja. Os predicados vêm antes de qualquer outra coisa. Isso é não ser racista. Isso é respeitar a vida!".
Estou de pleno acordo, eu também vejo as pessoas assim. É por este mesmo argumento que eu sou contra as cotas raciais. Ainda que eu reconheça a herança injusta da escravidão, eu acho mais justo a ajuda ser dada a pessoas pobres (pretos, brancos, índios ou de qualquer 'cor'). Mas não basta ser pobre: tem que querer estudar.
Outra coisa: é verdade que o fato de eu dizer que devo a vida à minha minha mãe-de-leite, que era negra (ela era), não é prova de que eu não sou racista. Só prova que eu não sou ingrata.
Agora, me expliquem: eu não devo ver a negritude de Caçula, só devo vê-la como ser humano. Mas, na hora de garantir o direito de acesso à universidade através da cota, aí, os candidatos têm cor? Como assim?"
PS: Uma leitora, que se identifica como "estudante, negra e bolsista do Prouni", fez um comentário ao texto "Racista não" (http://bit.ly/IBFakm). Em resumo, ela diz que defender-me da acusação de racismo é índicio negativo (sic), que revelar que minha mãe-de-leite era negra não prova que eu não sou racista e que quem não tem preconceito enxerga o outro apenas como ser humano, valorizando antes os predicados. Por fim, ela lembra que a cota é para o ingresso, não garante a formação. Eu lhe respondi com o texto acima (fiz pequenos acréscimo, em favor da clareza da resposta)
sexta-feira, 4 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
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