quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Imprensa mente

     Melhor faria a classe jornalística se tivesse a humildade e a ética de admitir que engana o público do mundo inteiro dando notícias sobre politicagem, acertos, acordos diabólicos e disputas ferrenhas entre 'progressistas' e 'conservadores', que estariam a corroer as entranhas do Vaticano, nestes dias que antecedem a eleição do novo Papa.

    Em 2005, aconteceu a mesma coisa, a cascata contra a Igreja foi igual, quando o Conclave se reuniu depois da morte de João Paulo II. A imprensa pintou um inferno para, no final, tudo acabar na eleição rapidíssima e por unanimidade do cardeal alemão, Joseph Ratzinger, nosso amado Papa Bento XVI.

    O vaticanista italiano, Sandro Magister, que cobre a Santa Sé para a revista L'Expresso, disse num debate na RAI que, pelo menos seis meses antes, a indicação de Ratzinger já era consenso entre os cardeais.A Igreja estava unida.
  
    A disputa entre 'progressistas e conservadores' foi uma manipulação da imprensa, que fez lobby e estava - ela, sim - contra Ratzinger. Enganaram e se enganaram. Ponto.

    Na eleição do sucessor de Bento XVI - ainda que não haja o consenso da outra vez, diante do inesperado da renúncia -, o melhor é esperar o final do conclave. Jornalista não acredita no Espírito Santo, fazer o quê?

El Greco


            Eu estive na Casa de El Greco e é indizível a impressão e expressão dos rostos/olhares das pinturas. Eu li que El Greco ia aos manicômios e reproduzia nos seus quadros os rostos e olhares que lá encontrava. Expressões de êxtase, os loucos de Deus. 

    Falo assim, mas eu não entendo nada de nada, muito menos de pintura. Eu olho, procuro aprender um pouquinho sobre e tenho paixões. El Greco é uma (acho que eu gosto até mais do que de Caravaggio, alguém pode dizer isto?). Outro amor perdido é Cézanne. 

     Quando morei na Itália, entre início de 85 e meados de 88, eu viajei muito e conheci cerca de 200 cidades européias. Eu tinha de escolher: ou passava este tempo dentro de museus ou conhecia a Europa, que já é um museu a céu aberto. 

     Eu não gosto de 'correr' museu, gosto de ver demoradamente museu. Com a quantidade deles que tem por lá, uma vida é pouco para conhecê-los. (Eu ainda tive uma filha, que nasceu a Torino, imagina ver museu com um bebê que mama de toda em toda hora hehe?).

      Assim é que a Casa de El Greco foi um dos (poucos) museus em que eu estive para ver, demoradamente, por longo tempo. Não sei se gosto muito porque vi, ou se fui ver porque gosto muito. E viveria naquela casa a vida toda. 

      Este vídeo é muito bonito, pecado que não mostra "As lágrimas de São Pedro", um dos mais belos quadros do pintor, e que me fez passar uma eternidade diante dele.

http://wwwpoetanarquista.blogspot.com.br/2011/04/pintura-el-greco.html


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Não é demissão, é renúncia.

     "É necessário sermos precisos com os termos. O Código de Direito Canônico não fala de 'demissão', mas de 'renúncia'. A demissão pode assumir um significado pejorativo, pode ter conotação de debilidade, de velhacaria e até de recusa da missão que Deus dá. A renúncia, ao contrário, tem tons viris. 

    Essa se fundamenta na força de uma abdicação que é exemplar, que é ainda um ato pontifical, um ato do Vigário de Cristo: ela (a renúncia) é imitação de Cristo que se retira quando querem fazê-Lo Rei na ordem temporal. 

    Outra diferença radical: o papa não entrega uma carta de demissão a um superior, ao cardeal camerlengo ou a um membro superior da Cúria. Não há ninguém acima dele, além de Cristo. 

    Logo, é um ato que há seu fundamento na oração, num cara-a-cara com o Mistério. Pretender julgar o Papa de fora, portanto, corresponde a um desfiguramento e a uma usurpação. Mas os jornalistas não hesitam em se crerem Deus."

Fabrice Hadjadj -Filosofo e escritor,diretor do Istituto europeo di studi antropologici Philanthropos di Friburgo (Suíça))





quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Igreja: (sem) tempo bom

    A Igreja vive 'tempos difíceis“ e "crise" há dois mil anos. Nunca conheceu tempo bom, apenas (poucas) fases de maior santificação, como em certos períodos da Idade Média (séculos X  e XI). Jerusalém Celeste é realidade que ainda virá. 

    Os tempos atuais não são diferentes, a barca de Pedro continua a enfrentar ataques constantes do Inimigo, o mar é sempre tempestuoso. Mas, nestes dias, nada há que esteja exigindo do papa uma ação imediata: o Vatileaks foi controlado, os abusos sexuais e a pedofilia têm regras duras estabelecidas por Bento XVI para a prevenção e punição dos culpados e o Colégio Cardinalício está completo. 

    Por isto, Sua Santidade, escolheu renunciar agora. Bento XVI já tinha anunciado que só renunciaria em tempos de serenidade na Igreja. Assim fez. Leiam isto:


    "Quando o perigo é grande não se pode fugir. Eis porque este seguramente não é o momento de renunciar (referindo-se ao escândalo de abusos sexuais e pedofilia dentro da Igreja). É precisamente em momentos como este que é necessário resistir e superar a situação difícil. Se pode renunciar em um momento de serenidade, ou quando simplesmente não se consegue mais. Mas não se pode nunca fugir no momento de perigo e dizer: 'algum outro cuide disto". (trecho da entrevista ao jornalista alemão, Peter Seewald, feita em 2010)

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Socci já sabia da renúncia. Em 2011.

IL PAPA PENSA ALLE DIMISSIONI

Per ora è una voce (un’ipotesi personale di Joseph Ratzinger) e spero che non diventi mai una notizia. Ma poiché circola nelle più importanti stanze del Vaticano merita molta attenzione.

In breve: il Papa non scarta la possibilità di dimettersi allo scoccare dei suoi 85 anni, ovvero nell’aprile del prossimo anno.

Che Ratzinger ritenga possibile questa scelta è noto almeno dal 2002, quando si dovette studiare l’eventualità con l’aggravarsi della malattia di Giovanni Paolo II.

Ma Ratzinger è tornato sull’argomento anche da Papa. Nel libro intervista “Luce del mondo”, uscito nel 2010, interpellato dal giornalista Peter Seewald, ha dichiarato: “Quando un Papa giunge alla chiara consapevolezza di non essere più in grado fisicamente, psicologicamente e mentalmente di svolgere l’incarico affidatogli, allora ha il diritto ed in alcune circostanze anche il dovere di dimettersi”.

Oggi papa Benedetto sembra veramente in forma, eppure si pone il problema della sua età e delle sue energie: “a volte sono preoccupato” ha confidato a Seewald “e mi chiedo se riuscirò a reggere il tutto anche solo dal punto di vista fisico”.

Con l’enorme mole di lavoro che sta facendo per la Chiesa e l’immenso carico di responsabilità spirituale che porta, il Papa ha affermato nel 2010 di sentire tutto il peso dei suoi 83 anni: “confido nel fatto che il buon Dio mi dà la forza di cui ho bisogno per fare quello che è necessario. Però mi accorgo anche che le forze vanno diminuendo”.

Egli sa di essere “ai limiti dell’umanamente possibile a quell’età”.

E’ in questo contesto che è nata in lui l’ipotesi (per ora solo un’ipotesi) di cogliere il passaggio degli 85 anni per passare la mano. Tuttavia lui stesso aveva dichiarato un problema morale.

A Seewald infatti – che l’aveva interpellato durante la terribile tempesta legata allo scandalo della pedofilia – il papa aveva spiegato:

“Quando il pericolo è grande non si può scappare. Ecco perché questo sicuramente non è il momento di dimettersi. E’ proprio in momenti come questo che bisogna resistere e superare la situazione difficile. Ci si può dimettere in un momento di serenità, o quando semplicemente non ce la si fa più. Ma non si può scappare proprio nel momento del pericolo e dire. ‘se ne occupi un altro’ ”.

Oggi quella terribile tempesta, che Benedetto XVI ha definito “la peggiore persecuzione”, ormai sembra sia stata superata dalla Chiesa proprio grazie alla guida limpida e santa di questo pontefice che ha saputo chiedere perdono e insegnare umanità e umiltà (a Malta, un rappresentante delle vittime di abusi, Joseph Magro, dopo l’incontro col Santo Padre, ha dichiarato: “Il Papa ha pianto insieme a me, pur non avendo alcuna colpa per ciò che mi è accaduto”).

Tuttavia il momento della Chiesa è sempre duro e c’è un accanimento particolare proprio nei confronti di questo pontefice. Il filosofo ebreo francese Bernard Henri Lévy ha denunciato che tutte le volte in cui si parla di Papa Ratzinger “la discussione è dominata da pregiudizi, da insincerità fino alla più completa disinformazione”.

Quanto più si conosce questo uomo di Dio come un padre mite, sapiente, umano, tanto più sembra scatenarsi la corsa a demonizzarlo o umiliarlo.

Basta scorrere le cronache delle ultime settimane: il 13 settembre c’è chi addirittura vuole trascinarlo davanti al tribunale dell’Aja con la surreale accusa di “crimini contro l’umanità”, intanto dalla Germania arrivavano voci ostili al viaggio pontificio, il 20 settembre Umberto Eco lancia la sua ridicola bocciatura del papa come teologo sostenendo che perfino “uno studente della scuola dell’obbligo” argomenterebbe meglio di lui.

In questi giorni in Germania è stato accolto da varie manifestazioni ostili e secondo un sondaggio due terzi dei cattolici tedeschi (allo sbando per decenni di guida progressista della chiesa teutonica) hanno definito “per niente o poco importante” per sé la visita del Papa.

Mentre cento parlamentari si sono assentati polemicamente quando lui doveva parlare al Bundestag.

Tanta intolleranza e tanti pregiudizi risultano ancor più immotivati vista l’ammirazione generale che poi ha suscitato il discorso del Pontefice al parlamento tedesco (è sempre così: anche con il viaggio in Gran Bretagna i gelidi inglesi finirono con l’innamorarsi di questo Pontefice sapiente e umile).

Giuliano Ferrara – che è uomo colto e consapevole – dopo il discorso al Bundestag ha manifestato il suo entusiasmo, ha pubblicato per intero il testo sul “Foglio”, ha aggiunto un suo filosofico commento dove si è definito “ratzingeriano” e – pur da non credente – è arrivato ad affermare: “Solo un Papa ci può salvare”.

Ferrara che negli ultimi tempi (secondo me sbagliando) temeva che il grande papa Ratzinger (“il nostro amato Papa”) si fosse impaurito (per le virulente reazioni) dopo il discorso di Ratisbona e che lo vedeva “immerso nelle acque della sola fede”, da dove il Pontefice “invitava a pregare e a espiare le colpe personali e della chiesa”, dedito alla ricostruzione interiore della fede dei cristiani, ha ritrovato colui che considera l’unico vero, grande leader dell’umanità in questo frangente storico:

“nello splendido discorso tenuto al Bundestag, il Parlamento della sua patria” ha scritto Ferrara, “è riemerso in chiara, mite e fulgidissima luce – la luce dell’intelligenza e della ragione – quel formidabile professor Ratzinger che fu eletto alla guida della chiesa di Roma su una piattaforma di lotta intellettuale ed etica alla deriva relativista e nichilista dell’occidente moderno. Che solo un Papa può salvare. Benedetto ha sorpreso tutti. Niente afflato pastorale minimalista, niente catechesi ordinaria, e invece un energico, nitido e straordinario richiamo alla sostanza di ciò che è politico, pubblico, e alla questione filosofico-giuridica di come si possa fare la cosa giusta, condurre una vita giusta, reggere governi e stati giusti, fare leggi giuste in un mondo che non dipende più dalla tradizione, dall’autorevolezza intrinseca della fede, ma dalla democrazia maggioritaria”. 

E’ stata – aggiunge Ferrara – “una grande lezione filosofica, storica e teologica sui fondamenti, anzi sulla fondazione politica, della nostra cultura e della nostra idea di libertà, di umanità, di natura e di ragione. I giganti usano parole semplici e concetti alla portata di tutti, non sono esoterici, parlano al centro forte e realista dell’intelligenza umana. E così ha fatto il Papa (…). Non è un discorso intercettabile dalle polemiche e dai sofismi. Se siamo liberi, se siamo in un mondo laico, se siamo padroni del nostro destino è perché siamo cristiani. Il cristianesimo non ha imposto come legge la Rivelazione, non è la sharia, non è uno spazio mitico per litigiosi dei. Alla base dei diritti umani, delle conquiste dell’Illuminismo, dell’idea stessa moderna di coscienza, sta la scelta cristiana e cattolica in favore del diritto di natura e della legge di ragione”.

Ferrara lo spiega benissimo. Ma è davanti agli occhi di tutti la grandezza e l’umiltà di quest’uomo di Dio, che voleva lavorare per il Regno di Dio con lo studio e i libri, che non voleva essere nominato vescovo, né prefetto dell’ex S. Uffizio, che da lì aveva provato due volte a dimettersi e che – mentre lo stavano eleggendo Papa, nella Sistina – pregava così: “Signore, non farmi questo”.

Il popolo cristiano – come mostrano i due milioni di giovani accorsi a Madrid in agosto – sa che questo Papa arriva al cuore e all’intelligenza come nessun altro e le menti più limpide della cultura laica sanno che oggi Benedetto XVI è il solo faro dell’umanità in un frangente molto buio. Tutti speriamo che non ci abbandoni nella tempesta, che non lasci mai il suo ministero di padre di tutti. 

Perché non tutti i papi sono uguali. San Vincenzo di Lérins diceva che “Dio alcuni papi li dona, altri li tollera, altri ancora li infligge”. Benedetto XVI è un dono a cui non possiamo rinunciare.

Antonio Socci

Da “Libero”, 25 settembre 2011

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Malafaia X Gabi: a loura perdeu.


     Repórter não discute, nem opina, repórter pergunta. Marília Gabriela está lá para perguntar e provocar, isto ela sabe fazer com competência. Na entrevista com o pastor Silas Malafaia, Marília Gabriela quis meter os pés pelas mãos e falar do que não sabe; estrepou-se. Malafaia pulverizou-a. Bem feito.

     A loura nada sabe de ciência nem de religião, mas tem lado: defende todos os mantras politicamente corretos da esquerda (aborto, gayzismo, etc). Malafaia é contra e não amarelou. Deixou a loura militante desconcertada. 

     Gabi está acostumada a entrevistar pessoas para quem ela só tem que levantar a bola. Desta vez, encontrou quem a enfrentasse. Malafaia só não calou Marília Gabriela porque ninguém cala uma mulher. 

      O que ficou claro, pelo que se falou depois da entrevista,  é que qualquer pessoa que ouse falar em religião, na Bíblia ou pronunciar o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo é rebaixado, independente do que fala, à condição de tosco, precário, indigente mental, obscurantista e retrógrado. 

      Em contrapartida, qualquer 'iluminado' que defenda a manjada cartilha libertária (gayzismo, abortismo, eutanásia, ateísmo, liberação de droga, legalização da prostituição etc) é incensado e louvado nas alturas. Impressionaram o apoio a Marília Gabriela, a torcida para que ela ganhasse a discussão e o sucesso do vídeo "Resposta de geneticista a Silas Malafaia".

     Pode-se criticar a abordagem do homossexualismo feita pelo pastor; afinal de contas, as suas causas e fundamentos ainda são questão aberta, não há conclusão se ser gay é genética ou comportamento ou uma mistura dos dois. 

     Há uma profusão de teorias explicativas, envolvendo/excluindo fatores biológicos, psicológicos, culturais, morais, espirituais etc. Mas as objeções à argumentação de Malafaia não tiram o brilho da entrevista. 
     
     A verdade é que não há nenhuma prova científica conclusiva de que homossexualismo tem fundamento genético. Nem de que não tem. O pastor poderia ter sido mais coerente ao argumentar. Se, por um lado, ele afirma que não há pesquisa científica provando nada, ele não poderia declarar categoricamente que homossexualismo é só comportamento.
     
     
     Mas se Eli Vieira, o geneticista, fosse honesto e conseqüente, do ponto de vista científico, ele também teria que dizer que o assunto está sob investigação, que o debate não está encerrado, por aí. Porque este é o 'status quaestionis', no que diz respeito às causas, origens, bases e fundamentos do homossexualismo. 

     E eu pergunto: qual é a autoridade científica de Eli Vieira, que não tem mais que 25 anos? Um bacharelado e Licenciatura em Ciências Biológicas na UnB (sou formada em Jornalismo pela Universidade de Brasília, entrei em 72 e saí em 1980, quando a UnB já não era granché; aliás, nunca foi) e um mestrado em "Evolução molecular de loci associados ao comportamento humano", na UFRS.  

     O doutorado em Cambridge - Eli faz crer que ele já é doutor - foi iniciado somente este ano. Ele se formou em 2009, é só fazer as contas. Este currículo jamais seria suficiente para tanto "como eu já mostrei" e "simples assim'.

               Não é preciso recorrer a nenhum revista especializada em Genética para colocar em xeque todas as 'provas' que o 'geneticista' Eli Vieira apresenta.  Em 2007 (e nada mudou substancialmente desde então), a revista Galileu publicou extensa matéria cujo título é "O polêmico gene gay" (1).

     A publicação cita pesquisadores contra e a favor da teoria de que o homossexualismo tem base genética e demonstra cabalmente: não há nada provado sobre gene gay, nem sobre gêmeos univitelinos terem maior probabilidade de serem ambos gays.

     Uma pesquisa com gêmeos univitelinos chegou a 60% de probabilidade; outra, num universo mais abrangente, achou 7%, o suficiente para levar seus autores a afirmar que, "se há influência genética (no homossexualimso), ela é inexpressiva". Repetindo: a ciência nada pode dizer de concreto sobre a questão e a genética é a área que apresenta mais dificuldades para que se obtenham resultados confiáveis.

     Há outro aspecto a ser considerado: se querem impugnar os argumentos de Malafaia por ele ser um homem da religião, Eli Vieira é um militante gay. E ateu. Ele é presidente da LiHS- Liga Humanista Secular, que ostenta orgulhosa, entre os prêmios recebidos (o único), o Troféu Triângulo Rosa do Grupo Gay da Bahia. 

     A LiHS é uma Ong que "apóia  pessoas não-religiosas que buscam viver eticamente sem crenças sobrenaturais e supersticiosas e que trabalha por uma sociedade aberta, com liberdade de crença, liberdade de expressão, e laicidade nas leis, na educação, na mídia, e no cenário público em geral, sem privilégios para a religião, especialmente a historicamente estabelecida".

     Uma curiosidade: entre os Membros Eméritos da Liga Humanista Secular, figuram o deputado homossexual Jean Wyllys, do PSOL; o filósofo ateu, Daniel Dannett; o lingüista americano, também ateu, Daniel Everett; a antropóloga abortista, Débora Diniz e a militante ateísta, a finladesa Åsa Heuser, que é vice-presidente da LiHS.

     (Um parenteses: Heuser ganhou notoriedade, tempos atrás, ao defender o militante ateu, Haroldo Galves, acusado de pedofilia. A polícia encontrou em seu poder 65 mil fotos de crianças nuas, arquivadas em seu computador pessoal. Sobre Galves, Ana Heuser declarou:

    "Ele nunca foi acusado de nada além de possuir algumas fotos de nus de menores de idade; principalmente não há uma única acusação de qualquer contao com alguma criança". (Comentário do site Marxismo Cultural: "Aparentemente, para a Sra. Ana Heuser, ativista ateísta, Vice-Presidente da Liga Humanista Secular do Brasil, ter fotos de crianças nuas é perfeitamente normal").


           Voltando a Eli Vieira, para complementar as informações sobre seu  painel de interesses, basta entrar na sua página  no Facebook e dar uma espiada no que ele 'curte'. Ali, acaba o mistério:

"Cem homens em um ano 
Lgbtts Ateus e Agnósticos,
Feminews
Direitos dos Animais

Homem Feminista de Verdade
Assentamento Milton Santos
Anarcomiguxos
Católicas Pelo Direito de Decidir - CDD 
Atéia - Associação de Atéios e Agnósticos 
Aborto é um Direito. Pela legalização do aborto no Brasil"   

     Quanto à Teoria da Evolução,que Eli Vieira brande como o Troféu Fiat Lux da ciência,  a única coisa sensata que se pode afirmar é que ninguém sabe se ela aconteceu ou não.

     Além disto, é preciso saber de que Teoria da Evolução estamos falando: intra-espécie ou inter-espécie? Macro-evolução ou micro-evolução? Dentro da mesma espécie é uma coisa. Uma virar outra...opa! Calma que aí complica. Hoje, a Teoria da Evolução é que virou religião. Crença cega.

     Quanto ao pastor Silas Malafaia, eu, às vezes, o apoio e estou do lado dele; em outras ocasiões divergimos. Desta entrevista, eu gostei. Eu sou católica, logo, tenho implícitas divergências teológicas com Silas Malafaia. Nenhum problema, religião se discute. Fé é que não se impõe.

     Mas, minhas ressalvas mais sérias a Malafaia são as que dizem respeito ao apoio (inaceitável e inadmissível) que ele hipotecou ao petista Lula na sua campanha de 2002 e à sua reeleição em 2006, em que era escancarada a defesa pelo PT do casamento gay e do aborto. Um cristão não pode aceitar o aborto e o casamento entre homossexuais em hipótese alguma.

     (Ele também apoiou FHC: ainda que o PSDB não inclua a defesa do aborto e casamento homossexual em seu programa, o partido aceita as duas teses, como ficou claro na elaboração do PNDH-1 e 2, alterado para pior pelo PT no PNDH-3. Entre PT e PSDB, melhor PSDB, claro). 

     Apesar do erro de apoiar Lula, Malafaia teve a coragem de rever sua posição e, na eleição de 2010 para Presidente da República, ele declarou seu voto contra Dilma Rousseff e contra Marina Silva pela defesa que seus partidos - o PT e o PV - fazem do aborto e do casamento gay. 

     Convém não esquecer que o cristão Silas Malafaia foi um dos únicos na comunidade evangélica - junto com o abençoado e brilhante Pastor Paschoal Piragine Jr., da Primeira Igreja Batista de Curitiba - a desencadear uma campanha corajosa contra o PT na campanha de 2010. A questão era a defesa da legalização do aborto no programa do Partido dos Trabalhadores.

     Por ocasião da votação da PL 122, Malafaia foi, com milhares de pessoas, para a frente do Congresso Nacional denunciar a aberração do projeto de lei (que criminaliza a homofobia e fere a liberdade de culto) e defender a família brasileira. 

     Quanto à denúncia de enriquecimento da Forbes, o assunto está fora da minha alçada. Chamar Malafaia de ladrão, eu tenho que ter provas. Malafaia prometeu processar a revista. Aguardemos

(1)http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG80153-7943-197-1,00-O+POLEMICO+GENE+GAY.html

PS: Há um texto sobre homossexualismo escrito pelo psiquiatra de Curitiba, Eduardo Adnet, que formou-se em medicina há 25 anos (a idade de Eli). Vale a pena ler o ensaio de Adnet. A abordagem é bem ampla: médica, sociológica, psicológica e ideológica.http://dradnet.com/section1/homossexualismo-homossexualidade-e-doenca.html

A Igreja discrimina gays. Está certa.

      Um pai travesti, todo'montado', vestido de mulher, esperando o filho na porta da escola não é situação vexatória e constrangedora para a criança? Ora, claro que é! Se o Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece que ela deve estar a salvo de qualquer tratamento vexatório ou constrangedor,  quem falou que não pode discriminar homossexuais que apresentem conduta externa desordenada, no caso da adoção de crianças? Levar em conta a orientação sexual, neste caso, é não só lícito, mas obrigatório. É 'justa discriminação'.

     Querem outro exemplo de 'justa discriminação'? Num concurso de Policial Rodoviário, para trabalho de campo, na estrada, pode-se fazer discriminação a anão? Claro que pode. Para ser policial rodoviário a pessoa tem que ter l,90 m, pesar, sei lá, noventa quilos e ser fortão para aguentar carregar vítima de acidente, desvirar carro com a mão, retirar árvore da pista, por aí.

    A Igreja tem dois mil anos: é sábia e corajosa. A Igreja não amarela. Com a Santa Madre não tem meio-tom: ela é abertamente a favor da 'justa discriminação'; só é contra a 'injusta' discriminação. Diz um documento da Igreja :

    "As pessoas homossexuais, como seres humanos, têm os mesmos direitos de todas as pessoas, inclusivamente o direito de não serem tratadas de maneira que ofenda a sua dignidade pessoal. Entre outros direitos, todas as pessoas têm o direito de trabalhar, de ter uma habitação, etc." 

    "Todavia, estes direitos não são absolutos. Existem setores onde não se trata de discriminação injusta tomar em consideração a tendência sexual, por exemplo, na adoção ou no cuidado das crianças, no trabalho dos professores ou dos treinadores atléticos e no recrutamento militar."

    A Igreja sabe tudo, ela foi fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo e é assistida pelo Divino Espírito Santo.

Algumas reflexões
acerca da resposta a propostas legislativas
sobre a não-discriminação das pessoas homossexuais*http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19920724_homosexual-persons_po.html

Casamento gay? Não existe.

     Parece haver confusão sobre como as coisas são: 'casamento' não é algo que, antes de existir de fato, foi definido juridicamente e posto na lei, por pessoas preconceituosas, obscurantistas e retrógadas. Algo assim: "Casamento é entre homem e mulher, e pronto. Gay não casa". Não foi assim. 

     O casamento e a família sempre existiram, não há na história humana nenhuma cultura sem família constituída de pai, mãe e filhos. O que a lei fez foi reconhecer e ordenar, conferindo direitos e deveres, a instituição que remonta às origens da humanidade.

     Matrimônio (o mesmo que casamento) é a união do homem à mulher, para fins de constituir uma família, ou seja, um cuidar do outro, ter filhos, educá-los e protegê-los. A família e o casamento são essenciais à transmissão dos códigos e valores que organizam e preservam a vida social, à ordenação das gerações e à preservação da espécie. 

     Estes elementos biológicos e antropológicos, se rompidos ou desconsiderados, esvaziam o casamento de sua essência. Simplesmente, união de homem com homem e de mulher com mulher não é casamento, não é família. 

     Mesmo em sociedades permissivas, como existiam na Grécia e em Roma, em que o homossexualismo era prática comum, tolerada e até mesmo valorizada, não se reconheceu o casamento homossexual. Era demais, até para gregos e romanos.

     Agora, qualquer 'iluminado' sai defendendo o casamento gay, alegando que proibir é negar um direito. Melhor estudar e ser honesto. Isto é ignorância e má-fé

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Brasileiro made in China

   Um garoto homossexual sentiu-se ofendido com meu texto "Homossexualismo: política afirmativa, uma ova!", alegando que era injusto, anti-democrático e contra a igualdade o fato de só heterossexual ter o direito de casar. 

   Engano: eu não tenho direito de casar com um homem por ser mulher. É que 'casamento' é 'união entre homem e mulher'. É o mesmo que eu reivindicar o direito de ser chinês . Ora, a definição de 'chinês' é 'quem nasce na China'. Precisa desenhar?

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Pelé não deixa

    
     Muita gente odeia futebol. Outros confundem a sua beleza e emoção com a estupidez e mediocridade que há no meio esportivo e entre as torcidas. Eu tenho paixão por futebol desde que sou gente, papai era apaixonado por Pelé, e ensinou-me a gostar de futebol quando o jogo era um som no rádio e muitas fotografias nas páginas das revistas O Cruzeiro, Manchete e Fatos & Fotos. Aliás, eu aprendi a ler, antes de entrar na escola, lendo estas revistas. 

     A minha infância incluía um ritual dominical sagrado: missa das oito e matinê das duas. Quando a imensa cortina de veludo se abria e soavam as badaladas que anunciavam o apagar das luzes e o começo do filme, todo mundo já sabia: era hora do canal 100. Era tão bom quanto o filme. Aliás, o filme, às vezes, podia não ser bom, o Canal 100 era. Sempre.

     Interesses econômicos, jogadores mascarados, whatever, não tiram a magia do futebol, o êxtase do gol. Que importância tem, na hora em que o jogo está rolando, se Neymar gosta de pagode ou namora uma bunduda? Wagner era um ser humano desprezível (e não adianta dizer que música clássica é superior à arte do futebol, quais os parâmetros para comparar? Não tem, não pode. Naldo e Richard Wagner, sim).

     Antes da reforma do Maracanã (não esta, a anterior) ali cabiam até 200 mil pessoas. Este era o público que foi assistir, em 79, a um jogo entre as seleções do Brasil e da Argentina, no primeiro confronto entre as duas equipes, depois da Copa de 78, em que a Argentina ganhou (sabemos como) e o Brasil ficou em terceiro lugar, invicto, sem ter perdido uma única partida. 


     Aquele jogo no Maracanã foi a verdadeira final da Copa do Mundo. Detalhe: sabe quem estava em campo pela seleção da Argentina? Sim, ele mesmo, Diego Armando Maradona. Eu vi Dieguito jogar no mesmo dia em que vi Zico jogar e fazer um golaço. É indescritível um Maracanã com 200 mil pessoas, num jogo da Seleção Brasileira contra Seleção Argentina, com vitória brasileira.

     Eu sou santista, eu amo o futebol, eu não quero me livrar dele. Até porque não consigo. Pelé não deixa. 

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Solidariedade a Marcola não pode?



     Imagina o que pensariam os brasileiros se o governador Geraldo Alckmin e seus secretários participassem de uma reunião e aplaudissem o pedido de um dos presentes para que se fizesse um minuto de silêncio em solidariedade a Marcola, o chefão do PCC. 

     Alckmin e seu secretariado seriam destituídos do cargo e processados por quebra do decoro, apologia ao crime e outras tantas infrações penais e morais. Afinal de contas, quem é Marcola? É o chefe de uma organização criminosa que mata, sequestra, rouba, trafica droga, faz atentados e afronta o Estado. Marcola é criminoso, bandido. 

    As Farc's, parceiras do PCC, também são uma organização criminosa: assassina, seqüestra, faz atentado, faz tráfico de cocaína e afronta o Estado. O líder e criador das Farc's, Manuel Marulanda, é o quê? Criminoso, bandido. 

    Agora, expliquem-me: como podem dois ministros  do governo Lula e Dilma (Marco Aurélio Garcia e José Eduardo Cardozo,  atuais ministros Extraordinário das Relações Internacionais e da Justiça) e outros próceres do Partido dos Trabalhadores fazer um minuto de silêncio pela morte de Marulanda, um terrorista criminoso que queria derrubar, através do uso da violência, o governo democrático colombiano legitimamente eleito?  

    O que faz o PT num grupo de que participam as Farc's? (Agora, depois da pressão internacional pelo enquadramento das Farc's como 'terroristas', a organização continua a fazer parte do Foro de São Paulo sob nomes-camuflagem, como Coordinadora Continental Bolivariana e outros.) 

    A CCB tem entre seus cabeças o responsável pelas relações internacionais das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia e 'embaixador das Farc's no Brasil, Olivério Medina, e Raul Reyes. Este último foi morto num acampamento das Farc's na fronteira do Equador com a Colômbia. Em seus computadores, foram encontradas diversas mensagens com citações a figurões do governo do PT, entre eles Celso Amorim. 

    Será que os brasileiros sabem que o Foro de São Paulo, organização que reúne partidos de esquerda, movimentos sociais e grupos terroristas (MIR, Farc-EP), foi criado em 93 por Lula e Fidel Castro para recuperar na América Latina o que foi perdido no Leste Europeu, com a queda do Muro de Berlim?

    Será que os brasileiros sabem que o objetivo do Foro de São Paulo é implantar o socialismo em toda a América Latina, com a criação da URSAL - União das Repúblicas Socialistas da América Latina? 

    Será que os brasileiros sabem que o PT, no Foro de São Paulo, é aliado das Farc's, que são parceiras do PCC, que é responsável direto pela violência que atinge cada um de nós? Dos quase 50 mil homicídios registrados no país anualmente, mais da metade estão relacionados ao tráfico de drogas, fornecidas pelas Farc's ao PCC (e Comando Vermelho).

    Alguém sabe responder por que Dilma Rousseff, quando era ministra da Casa Civil, requereu pessoalmente a transferência para a Secretaria da Pesca, em Brasília, de  Angela Slongo, mulher de Olivério Medina, o 'embaixador' das Farc's no Brasil? Angela era uma simples funcionária mequetrefe do terceiro escalão, por que uma ministra cuidaria de sua transferência?

    Por que o Ministério da Justiça concedeu refúgio político a Olivério Medina, acusado de homicídio na Colômbia?  O 'cura Camilo' (codinome de Medina) participou de um assalto contra uma base de comunicação do exército colombiano, na região conhecida como Serrania de Macarena, em 1988, e o governo colombiano pediu a sua extradição ao Brasil para que ele respondesse pelo crime em seu país.

    Será que os responsáveis pelo combate ao crime no Brasil não estão fazendo exatamente o contrário, dando proteção e apoio a quem ele devia combater? Perguntas, perguntas, perguntas.

Faltaram bombeiros em Santa Maria?


     
     "As imagens do incêndio na Boite Kiss mostram poucos bombeiros em ação, e muitos civis sem camisa, em atitudes desordenadas, tentando arrombar as paredes com uso de picaretas. Isto tudo pode revelar um número muito reduzido de bombeiro militar para aquela cidade de 270.00 habitantes. Por tudo que já foi divulgado pela imprensa, sobre o grave e trágico incêndio na boate, em Santa Maria, RS, há fortes indícios de falha na prevenção por parte do Corpo de Bombeiros da Brigada Militar. 

     O grande número de 188 mortes do incêndio Joelma em 1974 em São Paulo foi ocasionado por se tratar de um prédio elevado e quando as técnicas e ferramentas para entradas forçadas ainda eram incipientes.

     O incêndio na boate de Santa Maria ocorreu em 2013 em um edifício térreo, numa época em que há muitas técnicas e ferramentas hidráulicas especiais para que  bombeiros, devidamente treinados, possam fazer aberturas forçadas para retiradas das pessoas. Se   tivessem sido abertas, logo após a chegada do Corpo de Bombeiros, muitos daqueles jovens poderiam ter sido salvos..

    Agora, depois  da tragédia de Santa Maria, muitos municípios vão procurar o Corpo de Bombeiros para ajudar a regularizar suas casas de evento e de reunião pública. Vão, contudo, se deparar com o número reduzido de bombeiros para fazer análise de projetos e vistoria de proteção contra incêndio nas edificações. A realidade é que apenas  784 municípios são atendidos por Corpo de Bombeiros Militar em todo país.  Nos 4.780 municípios restantes, o Corpo de Bombeiros Militar Estadual ainda não conseguiu instalar um quartel de bombeiros.

    Nota: O CNBC possui propostas, projetos de leis e modelos de convênio para todo Município que deseje soluções viáveis para serviços de Bombeiros e Segurança de seus munícipes, com muitos benefícios e ganhos ao Município e à sociedade.


Ivan Campos-Presidente CNBC-Brasil"

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Mãe na balada

     A gente morre por tão pouco. Por uma baladinha mixuruca, música ruim, barulheira, aperto, bebida vagabunda e banheiro sujo. Como diria Bernanos, "meu grande medo não é morrer, mas morrer como um imbecil". 

    Agora, imagina esta outra realidade: dois jovens, dois meninos, duas crianças, chorando a morte da mãe, de 46 anos, que se largou com o 'namorado', de 36 anos, para uma balada. Com 46 anos, a mulher poderia ser mãe de 90% dos jovens que estavam na boite Kiss.

     A filha disse que ela 'adorava a juventude'. Eu também adoro, tenho filhos entre 20 e 28 anos. Mas há muitos e muitos anos não me passa pela cabeça estar a requebrar freneticamente em casas noturnas, bebendo e berrando, que é o que dá para fazer em vista dos decibéis praticados nestes eventos. 

     É comum pessoas criticarem o fato de eu não ir para 'baladas', argumentando que a juventude é questão de cabeça.(já eu acho que está na cara hehe). É a confusão entre ser jovem e ser jovial. Eu, com 59 anos, sou, no máximo, jovial.

     PS:Curioso que a matéria trata Luís Antonio como 'marido' e 'padrasto' dos jovens e eles sequer referem-se a ele. É como se ele nem existisse. É que quando a imprensa fala de 'padrasto' e 'marido' ela está se referindo geralmente ao 'namorado da mãe'.

http://tvg.globo.com/programas/mais-voce/O-programa/noticia/2013/01/jovens-perdem-a-mae-em-tragedia-em-boate.html

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Reflexão de mãe: Santa Maria

REFLEXÃO DE UMA MÃE TEMENTE A DEUS E COM FILHOS JOVENS SOBRE A TRAGÉDIA EM SANTA MARIA (título dado por Mateus Scherer Cardoso):

     Os sentimentos de nós, pais, são tão confusos numa hora desta. Ao mesmo tempo em que concedemos aos nossos filhos, aos jovens, este direito (que já foi nosso) de sair, se divertir, dançar, nós também sabemos que esta 'diversão' é vazia, perigosa, espiritualmente daninha, culturalmente medíocre, socialmente perversa. 


     São nestas baladas que os jovens, que podem ser nossos filhos /filhas (ou vamos fingir que são só os filhos e filhas dos outros?) encontram seus parceiros com quem fazem sexo inconsequente e rápido, 'ficam' com qualquer um, bebem, se drogam, conversam bobagens, ouvem música de péssima qualidade, entupindo os ouvidos e os sentidos de lixo.

     Pior, nossos jovens, nestes lugares, ficam à mercê de traficantes, malandros e profissionais do ramo. É onde estão jovens sem malícia e rapazes e moças de boa fé que os 'malandros' se dão bem. São suas vítimas preferidas, não dão muito trabalho para perverter. Só Deus."(Mírian Macedo)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Igreja com H


     E tem cretino que, ao falar das 'lojinhas de fé' dos picaretas capitaneados por Edir Macedo, mistura o assunto como se fosse tudo farinha do mesmo saco: mentem que as igrejas universais dos reinos de deuses é igual a Unam, Sanctam, Catholicam et apostolicam Ecclesiam. Vão se catar! 

     A Igreja Católica tem dois mil anos e foi quem criou a rede de assistência e proteção dos mais pobres. Na Idade Média (também chamada "cristandade"), em volta dos mosteiros e abadias eram construídos orfanatos, asilos e santas casas (e uma escola) para atender principalmente aos mais necessitados.

     Esta 'opção preferencial pelos pobres", que a teologia da libertação manipulou para aplicar o marxismo e implantar o comunismo, é a essência da Doutrina Social da Igreja. Quem estudou, sabe.

A Igreja Católica mantém na:
ÁSIA
1.076 hospitais
3.400 dispensários
330 leprosários
1.685 asilos
3.900 orfanatos
2.960 jardins de infância
África
964 hospitais
5.000 dispensários
260 leprosários
650 asilos
800 orfanatos
2.000 jardins de infância
América
1.900 hospitais
5.400 dispensários
50 leprosários
3.700 asilos
2.500 orfanatos
4.200 jardins de infância
Oceania 
170 hospitais
180 dispensários
1 leprosario
360 asilos
60 orfanatos
90 jardins de infância
Europa
1.230 hospitais
2.450 dispensários
4 Leprosários
7.970 asilos
2.370 jardins de infância
O Conselho Pontifício –Cor Unum – ( organismo da Santa Sé encarregado de promover e organizar as instituições de caridade e assistência da Igreja) publicou num cd , um guia com 1.100 organismos da Igreja comprometidos com a ação social-caritativo, que ajudam, principalmente, em casos de catástrofes ou necessidades, sem distinção de religião.