quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Malafaia X Gabi: a loura perdeu.


     Repórter não discute, nem opina, repórter pergunta. Marília Gabriela está lá para perguntar e provocar, isto ela sabe fazer com competência. Na entrevista com o pastor Silas Malafaia, Marília Gabriela quis meter os pés pelas mãos e falar do que não sabe; estrepou-se. Malafaia pulverizou-a. Bem feito.

     A loura nada sabe de ciência nem de religião, mas tem lado: defende todos os mantras politicamente corretos da esquerda (aborto, gayzismo, etc). Malafaia é contra e não amarelou. Deixou a loura militante desconcertada. 

     Gabi está acostumada a entrevistar pessoas para quem ela só tem que levantar a bola. Desta vez, encontrou quem a enfrentasse. Malafaia só não calou Marília Gabriela porque ninguém cala uma mulher. 

      O que ficou claro, pelo que se falou depois da entrevista,  é que qualquer pessoa que ouse falar em religião, na Bíblia ou pronunciar o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo é rebaixado, independente do que fala, à condição de tosco, precário, indigente mental, obscurantista e retrógrado. 

      Em contrapartida, qualquer 'iluminado' que defenda a manjada cartilha libertária (gayzismo, abortismo, eutanásia, ateísmo, liberação de droga, legalização da prostituição etc) é incensado e louvado nas alturas. Impressionaram o apoio a Marília Gabriela, a torcida para que ela ganhasse a discussão e o sucesso do vídeo "Resposta de geneticista a Silas Malafaia".

     Pode-se criticar a abordagem do homossexualismo feita pelo pastor; afinal de contas, as suas causas e fundamentos ainda são questão aberta, não há conclusão se ser gay é genética ou comportamento ou uma mistura dos dois. 

     Há uma profusão de teorias explicativas, envolvendo/excluindo fatores biológicos, psicológicos, culturais, morais, espirituais etc. Mas as objeções à argumentação de Malafaia não tiram o brilho da entrevista. 
     
     A verdade é que não há nenhuma prova científica conclusiva de que homossexualismo tem fundamento genético. Nem de que não tem. O pastor poderia ter sido mais coerente ao argumentar. Se, por um lado, ele afirma que não há pesquisa científica provando nada, ele não poderia declarar categoricamente que homossexualismo é só comportamento.
     
     
     Mas se Eli Vieira, o geneticista, fosse honesto e conseqüente, do ponto de vista científico, ele também teria que dizer que o assunto está sob investigação, que o debate não está encerrado, por aí. Porque este é o 'status quaestionis', no que diz respeito às causas, origens, bases e fundamentos do homossexualismo. 

     E eu pergunto: qual é a autoridade científica de Eli Vieira, que não tem mais que 25 anos? Um bacharelado e Licenciatura em Ciências Biológicas na UnB (sou formada em Jornalismo pela Universidade de Brasília, entrei em 72 e saí em 1980, quando a UnB já não era granché; aliás, nunca foi) e um mestrado em "Evolução molecular de loci associados ao comportamento humano", na UFRS.  

     O doutorado em Cambridge - Eli faz crer que ele já é doutor - foi iniciado somente este ano. Ele se formou em 2009, é só fazer as contas. Este currículo jamais seria suficiente para tanto "como eu já mostrei" e "simples assim'.

               Não é preciso recorrer a nenhum revista especializada em Genética para colocar em xeque todas as 'provas' que o 'geneticista' Eli Vieira apresenta.  Em 2007 (e nada mudou substancialmente desde então), a revista Galileu publicou extensa matéria cujo título é "O polêmico gene gay" (1).

     A publicação cita pesquisadores contra e a favor da teoria de que o homossexualismo tem base genética e demonstra cabalmente: não há nada provado sobre gene gay, nem sobre gêmeos univitelinos terem maior probabilidade de serem ambos gays.

     Uma pesquisa com gêmeos univitelinos chegou a 60% de probabilidade; outra, num universo mais abrangente, achou 7%, o suficiente para levar seus autores a afirmar que, "se há influência genética (no homossexualimso), ela é inexpressiva". Repetindo: a ciência nada pode dizer de concreto sobre a questão e a genética é a área que apresenta mais dificuldades para que se obtenham resultados confiáveis.

     Há outro aspecto a ser considerado: se querem impugnar os argumentos de Malafaia por ele ser um homem da religião, Eli Vieira é um militante gay. E ateu. Ele é presidente da LiHS- Liga Humanista Secular, que ostenta orgulhosa, entre os prêmios recebidos (o único), o Troféu Triângulo Rosa do Grupo Gay da Bahia. 

     A LiHS é uma Ong que "apóia  pessoas não-religiosas que buscam viver eticamente sem crenças sobrenaturais e supersticiosas e que trabalha por uma sociedade aberta, com liberdade de crença, liberdade de expressão, e laicidade nas leis, na educação, na mídia, e no cenário público em geral, sem privilégios para a religião, especialmente a historicamente estabelecida".

     Uma curiosidade: entre os Membros Eméritos da Liga Humanista Secular, figuram o deputado homossexual Jean Wyllys, do PSOL; o filósofo ateu, Daniel Dannett; o lingüista americano, também ateu, Daniel Everett; a antropóloga abortista, Débora Diniz e a militante ateísta, a finladesa Åsa Heuser, que é vice-presidente da LiHS.

     (Um parenteses: Heuser ganhou notoriedade, tempos atrás, ao defender o militante ateu, Haroldo Galves, acusado de pedofilia. A polícia encontrou em seu poder 65 mil fotos de crianças nuas, arquivadas em seu computador pessoal. Sobre Galves, Ana Heuser declarou:

    "Ele nunca foi acusado de nada além de possuir algumas fotos de nus de menores de idade; principalmente não há uma única acusação de qualquer contao com alguma criança". (Comentário do site Marxismo Cultural: "Aparentemente, para a Sra. Ana Heuser, ativista ateísta, Vice-Presidente da Liga Humanista Secular do Brasil, ter fotos de crianças nuas é perfeitamente normal").


           Voltando a Eli Vieira, para complementar as informações sobre seu  painel de interesses, basta entrar na sua página  no Facebook e dar uma espiada no que ele 'curte'. Ali, acaba o mistério:

"Cem homens em um ano 
Lgbtts Ateus e Agnósticos,
Feminews
Direitos dos Animais

Homem Feminista de Verdade
Assentamento Milton Santos
Anarcomiguxos
Católicas Pelo Direito de Decidir - CDD 
Atéia - Associação de Atéios e Agnósticos 
Aborto é um Direito. Pela legalização do aborto no Brasil"   

     Quanto à Teoria da Evolução,que Eli Vieira brande como o Troféu Fiat Lux da ciência,  a única coisa sensata que se pode afirmar é que ninguém sabe se ela aconteceu ou não.

     Além disto, é preciso saber de que Teoria da Evolução estamos falando: intra-espécie ou inter-espécie? Macro-evolução ou micro-evolução? Dentro da mesma espécie é uma coisa. Uma virar outra...opa! Calma que aí complica. Hoje, a Teoria da Evolução é que virou religião. Crença cega.

     Quanto ao pastor Silas Malafaia, eu, às vezes, o apoio e estou do lado dele; em outras ocasiões divergimos. Desta entrevista, eu gostei. Eu sou católica, logo, tenho implícitas divergências teológicas com Silas Malafaia. Nenhum problema, religião se discute. Fé é que não se impõe.

     Mas, minhas ressalvas mais sérias a Malafaia são as que dizem respeito ao apoio (inaceitável e inadmissível) que ele hipotecou ao petista Lula na sua campanha de 2002 e à sua reeleição em 2006, em que era escancarada a defesa pelo PT do casamento gay e do aborto. Um cristão não pode aceitar o aborto e o casamento entre homossexuais em hipótese alguma.

     (Ele também apoiou FHC: ainda que o PSDB não inclua a defesa do aborto e casamento homossexual em seu programa, o partido aceita as duas teses, como ficou claro na elaboração do PNDH-1 e 2, alterado para pior pelo PT no PNDH-3. Entre PT e PSDB, melhor PSDB, claro). 

     Apesar do erro de apoiar Lula, Malafaia teve a coragem de rever sua posição e, na eleição de 2010 para Presidente da República, ele declarou seu voto contra Dilma Rousseff e contra Marina Silva pela defesa que seus partidos - o PT e o PV - fazem do aborto e do casamento gay. 

     Convém não esquecer que o cristão Silas Malafaia foi um dos únicos na comunidade evangélica - junto com o abençoado e brilhante Pastor Paschoal Piragine Jr., da Primeira Igreja Batista de Curitiba - a desencadear uma campanha corajosa contra o PT na campanha de 2010. A questão era a defesa da legalização do aborto no programa do Partido dos Trabalhadores.

     Por ocasião da votação da PL 122, Malafaia foi, com milhares de pessoas, para a frente do Congresso Nacional denunciar a aberração do projeto de lei (que criminaliza a homofobia e fere a liberdade de culto) e defender a família brasileira. 

     Quanto à denúncia de enriquecimento da Forbes, o assunto está fora da minha alçada. Chamar Malafaia de ladrão, eu tenho que ter provas. Malafaia prometeu processar a revista. Aguardemos

(1)http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG80153-7943-197-1,00-O+POLEMICO+GENE+GAY.html

PS: Há um texto sobre homossexualismo escrito pelo psiquiatra de Curitiba, Eduardo Adnet, que formou-se em medicina há 25 anos (a idade de Eli). Vale a pena ler o ensaio de Adnet. A abordagem é bem ampla: médica, sociológica, psicológica e ideológica.http://dradnet.com/section1/homossexualismo-homossexualidade-e-doenca.html

A Igreja discrimina gays. Está certa.

      Um pai travesti, todo'montado', vestido de mulher, esperando o filho na porta da escola não é situação vexatória e constrangedora para a criança? Ora, claro que é! Se o Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece que ela deve estar a salvo de qualquer tratamento vexatório ou constrangedor,  quem falou que não pode discriminar homossexuais que apresentem conduta externa desordenada, no caso da adoção de crianças? Levar em conta a orientação sexual, neste caso, é não só lícito, mas obrigatório. É 'justa discriminação'.

     Querem outro exemplo de 'justa discriminação'? Num concurso de Policial Rodoviário, para trabalho de campo, na estrada, pode-se fazer discriminação a anão? Claro que pode. Para ser policial rodoviário a pessoa tem que ter l,90 m, pesar, sei lá, noventa quilos e ser fortão para aguentar carregar vítima de acidente, desvirar carro com a mão, retirar árvore da pista, por aí.

    A Igreja tem dois mil anos: é sábia e corajosa. A Igreja não amarela. Com a Santa Madre não tem meio-tom: ela é abertamente a favor da 'justa discriminação'; só é contra a 'injusta' discriminação. Diz um documento da Igreja :

    "As pessoas homossexuais, como seres humanos, têm os mesmos direitos de todas as pessoas, inclusivamente o direito de não serem tratadas de maneira que ofenda a sua dignidade pessoal. Entre outros direitos, todas as pessoas têm o direito de trabalhar, de ter uma habitação, etc." 

    "Todavia, estes direitos não são absolutos. Existem setores onde não se trata de discriminação injusta tomar em consideração a tendência sexual, por exemplo, na adoção ou no cuidado das crianças, no trabalho dos professores ou dos treinadores atléticos e no recrutamento militar."

    A Igreja sabe tudo, ela foi fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo e é assistida pelo Divino Espírito Santo.

Algumas reflexões
acerca da resposta a propostas legislativas
sobre a não-discriminação das pessoas homossexuais*http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19920724_homosexual-persons_po.html

Casamento gay? Não existe.

     Parece haver confusão sobre como as coisas são: 'casamento' não é algo que, antes de existir de fato, foi definido juridicamente e posto na lei, por pessoas preconceituosas, obscurantistas e retrógadas. Algo assim: "Casamento é entre homem e mulher, e pronto. Gay não casa". Não foi assim. 

     O casamento e a família sempre existiram, não há na história humana nenhuma cultura sem família constituída de pai, mãe e filhos. O que a lei fez foi reconhecer e ordenar, conferindo direitos e deveres, a instituição que remonta às origens da humanidade.

     Matrimônio (o mesmo que casamento) é a união do homem à mulher, para fins de constituir uma família, ou seja, um cuidar do outro, ter filhos, educá-los e protegê-los. A família e o casamento são essenciais à transmissão dos códigos e valores que organizam e preservam a vida social, à ordenação das gerações e à preservação da espécie. 

     Estes elementos biológicos e antropológicos, se rompidos ou desconsiderados, esvaziam o casamento de sua essência. Simplesmente, união de homem com homem e de mulher com mulher não é casamento, não é família. 

     Mesmo em sociedades permissivas, como existiam na Grécia e em Roma, em que o homossexualismo era prática comum, tolerada e até mesmo valorizada, não se reconheceu o casamento homossexual. Era demais, até para gregos e romanos.

     Agora, qualquer 'iluminado' sai defendendo o casamento gay, alegando que proibir é negar um direito. Melhor estudar e ser honesto. Isto é ignorância e má-fé

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Brasileiro made in China

   Um garoto homossexual sentiu-se ofendido com meu texto "Homossexualismo: política afirmativa, uma ova!", alegando que era injusto, anti-democrático e contra a igualdade o fato de só heterossexual ter o direito de casar. 

   Engano: eu não tenho direito de casar com um homem por ser mulher. É que 'casamento' é 'união entre homem e mulher'. É o mesmo que eu reivindicar o direito de ser chinês . Ora, a definição de 'chinês' é 'quem nasce na China'. Precisa desenhar?

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Pelé não deixa

    
     Muita gente odeia futebol. Outros confundem a sua beleza e emoção com a estupidez e mediocridade que há no meio esportivo e entre as torcidas. Eu tenho paixão por futebol desde que sou gente, papai era apaixonado por Pelé, e ensinou-me a gostar de futebol quando o jogo era um som no rádio e muitas fotografias nas páginas das revistas O Cruzeiro, Manchete e Fatos & Fotos. Aliás, eu aprendi a ler, antes de entrar na escola, lendo estas revistas. 

     A minha infância incluía um ritual dominical sagrado: missa das oito e matinê das duas. Quando a imensa cortina de veludo se abria e soavam as badaladas que anunciavam o apagar das luzes e o começo do filme, todo mundo já sabia: era hora do canal 100. Era tão bom quanto o filme. Aliás, o filme, às vezes, podia não ser bom, o Canal 100 era. Sempre.

     Interesses econômicos, jogadores mascarados, whatever, não tiram a magia do futebol, o êxtase do gol. Que importância tem, na hora em que o jogo está rolando, se Neymar gosta de pagode ou namora uma bunduda? Wagner era um ser humano desprezível (e não adianta dizer que música clássica é superior à arte do futebol, quais os parâmetros para comparar? Não tem, não pode. Naldo e Richard Wagner, sim).

     Antes da reforma do Maracanã (não esta, a anterior) ali cabiam até 200 mil pessoas. Este era o público que foi assistir, em 79, a um jogo entre as seleções do Brasil e da Argentina, no primeiro confronto entre as duas equipes, depois da Copa de 78, em que a Argentina ganhou (sabemos como) e o Brasil ficou em terceiro lugar, invicto, sem ter perdido uma única partida. 


     Aquele jogo no Maracanã foi a verdadeira final da Copa do Mundo. Detalhe: sabe quem estava em campo pela seleção da Argentina? Sim, ele mesmo, Diego Armando Maradona. Eu vi Dieguito jogar no mesmo dia em que vi Zico jogar e fazer um golaço. É indescritível um Maracanã com 200 mil pessoas, num jogo da Seleção Brasileira contra Seleção Argentina, com vitória brasileira.

     Eu sou santista, eu amo o futebol, eu não quero me livrar dele. Até porque não consigo. Pelé não deixa. 

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Solidariedade a Marcola não pode?



     Imagina o que pensariam os brasileiros se o governador Geraldo Alckmin e seus secretários participassem de uma reunião e aplaudissem o pedido de um dos presentes para que se fizesse um minuto de silêncio em solidariedade a Marcola, o chefão do PCC. 

     Alckmin e seu secretariado seriam destituídos do cargo e processados por quebra do decoro, apologia ao crime e outras tantas infrações penais e morais. Afinal de contas, quem é Marcola? É o chefe de uma organização criminosa que mata, sequestra, rouba, trafica droga, faz atentados e afronta o Estado. Marcola é criminoso, bandido. 

    As Farc's, parceiras do PCC, também são uma organização criminosa: assassina, seqüestra, faz atentado, faz tráfico de cocaína e afronta o Estado. O líder e criador das Farc's, Manuel Marulanda, é o quê? Criminoso, bandido. 

    Agora, expliquem-me: como podem dois ministros  do governo Lula e Dilma (Marco Aurélio Garcia e José Eduardo Cardozo,  atuais ministros Extraordinário das Relações Internacionais e da Justiça) e outros próceres do Partido dos Trabalhadores fazer um minuto de silêncio pela morte de Marulanda, um terrorista criminoso que queria derrubar, através do uso da violência, o governo democrático colombiano legitimamente eleito?  

    O que faz o PT num grupo de que participam as Farc's? (Agora, depois da pressão internacional pelo enquadramento das Farc's como 'terroristas', a organização continua a fazer parte do Foro de São Paulo sob nomes-camuflagem, como Coordinadora Continental Bolivariana e outros.) 

    A CCB tem entre seus cabeças o responsável pelas relações internacionais das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia e 'embaixador das Farc's no Brasil, Olivério Medina, e Raul Reyes. Este último foi morto num acampamento das Farc's na fronteira do Equador com a Colômbia. Em seus computadores, foram encontradas diversas mensagens com citações a figurões do governo do PT, entre eles Celso Amorim. 

    Será que os brasileiros sabem que o Foro de São Paulo, organização que reúne partidos de esquerda, movimentos sociais e grupos terroristas (MIR, Farc-EP), foi criado em 93 por Lula e Fidel Castro para recuperar na América Latina o que foi perdido no Leste Europeu, com a queda do Muro de Berlim?

    Será que os brasileiros sabem que o objetivo do Foro de São Paulo é implantar o socialismo em toda a América Latina, com a criação da URSAL - União das Repúblicas Socialistas da América Latina? 

    Será que os brasileiros sabem que o PT, no Foro de São Paulo, é aliado das Farc's, que são parceiras do PCC, que é responsável direto pela violência que atinge cada um de nós? Dos quase 50 mil homicídios registrados no país anualmente, mais da metade estão relacionados ao tráfico de drogas, fornecidas pelas Farc's ao PCC (e Comando Vermelho).

    Alguém sabe responder por que Dilma Rousseff, quando era ministra da Casa Civil, requereu pessoalmente a transferência para a Secretaria da Pesca, em Brasília, de  Angela Slongo, mulher de Olivério Medina, o 'embaixador' das Farc's no Brasil? Angela era uma simples funcionária mequetrefe do terceiro escalão, por que uma ministra cuidaria de sua transferência?

    Por que o Ministério da Justiça concedeu refúgio político a Olivério Medina, acusado de homicídio na Colômbia?  O 'cura Camilo' (codinome de Medina) participou de um assalto contra uma base de comunicação do exército colombiano, na região conhecida como Serrania de Macarena, em 1988, e o governo colombiano pediu a sua extradição ao Brasil para que ele respondesse pelo crime em seu país.

    Será que os responsáveis pelo combate ao crime no Brasil não estão fazendo exatamente o contrário, dando proteção e apoio a quem ele devia combater? Perguntas, perguntas, perguntas.

Faltaram bombeiros em Santa Maria?


     
     "As imagens do incêndio na Boite Kiss mostram poucos bombeiros em ação, e muitos civis sem camisa, em atitudes desordenadas, tentando arrombar as paredes com uso de picaretas. Isto tudo pode revelar um número muito reduzido de bombeiro militar para aquela cidade de 270.00 habitantes. Por tudo que já foi divulgado pela imprensa, sobre o grave e trágico incêndio na boate, em Santa Maria, RS, há fortes indícios de falha na prevenção por parte do Corpo de Bombeiros da Brigada Militar. 

     O grande número de 188 mortes do incêndio Joelma em 1974 em São Paulo foi ocasionado por se tratar de um prédio elevado e quando as técnicas e ferramentas para entradas forçadas ainda eram incipientes.

     O incêndio na boate de Santa Maria ocorreu em 2013 em um edifício térreo, numa época em que há muitas técnicas e ferramentas hidráulicas especiais para que  bombeiros, devidamente treinados, possam fazer aberturas forçadas para retiradas das pessoas. Se   tivessem sido abertas, logo após a chegada do Corpo de Bombeiros, muitos daqueles jovens poderiam ter sido salvos..

    Agora, depois  da tragédia de Santa Maria, muitos municípios vão procurar o Corpo de Bombeiros para ajudar a regularizar suas casas de evento e de reunião pública. Vão, contudo, se deparar com o número reduzido de bombeiros para fazer análise de projetos e vistoria de proteção contra incêndio nas edificações. A realidade é que apenas  784 municípios são atendidos por Corpo de Bombeiros Militar em todo país.  Nos 4.780 municípios restantes, o Corpo de Bombeiros Militar Estadual ainda não conseguiu instalar um quartel de bombeiros.

    Nota: O CNBC possui propostas, projetos de leis e modelos de convênio para todo Município que deseje soluções viáveis para serviços de Bombeiros e Segurança de seus munícipes, com muitos benefícios e ganhos ao Município e à sociedade.


Ivan Campos-Presidente CNBC-Brasil"

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Mãe na balada

     A gente morre por tão pouco. Por uma baladinha mixuruca, música ruim, barulheira, aperto, bebida vagabunda e banheiro sujo. Como diria Bernanos, "meu grande medo não é morrer, mas morrer como um imbecil". 

    Agora, imagina esta outra realidade: dois jovens, dois meninos, duas crianças, chorando a morte da mãe, de 46 anos, que se largou com o 'namorado', de 36 anos, para uma balada. Com 46 anos, a mulher poderia ser mãe de 90% dos jovens que estavam na boite Kiss.

     A filha disse que ela 'adorava a juventude'. Eu também adoro, tenho filhos entre 20 e 28 anos. Mas há muitos e muitos anos não me passa pela cabeça estar a requebrar freneticamente em casas noturnas, bebendo e berrando, que é o que dá para fazer em vista dos decibéis praticados nestes eventos. 

     É comum pessoas criticarem o fato de eu não ir para 'baladas', argumentando que a juventude é questão de cabeça.(já eu acho que está na cara hehe). É a confusão entre ser jovem e ser jovial. Eu, com 59 anos, sou, no máximo, jovial.

     PS:Curioso que a matéria trata Luís Antonio como 'marido' e 'padrasto' dos jovens e eles sequer referem-se a ele. É como se ele nem existisse. É que quando a imprensa fala de 'padrasto' e 'marido' ela está se referindo geralmente ao 'namorado da mãe'.

http://tvg.globo.com/programas/mais-voce/O-programa/noticia/2013/01/jovens-perdem-a-mae-em-tragedia-em-boate.html

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Reflexão de mãe: Santa Maria

REFLEXÃO DE UMA MÃE TEMENTE A DEUS E COM FILHOS JOVENS SOBRE A TRAGÉDIA EM SANTA MARIA (título dado por Mateus Scherer Cardoso):

     Os sentimentos de nós, pais, são tão confusos numa hora desta. Ao mesmo tempo em que concedemos aos nossos filhos, aos jovens, este direito (que já foi nosso) de sair, se divertir, dançar, nós também sabemos que esta 'diversão' é vazia, perigosa, espiritualmente daninha, culturalmente medíocre, socialmente perversa. 


     São nestas baladas que os jovens, que podem ser nossos filhos /filhas (ou vamos fingir que são só os filhos e filhas dos outros?) encontram seus parceiros com quem fazem sexo inconsequente e rápido, 'ficam' com qualquer um, bebem, se drogam, conversam bobagens, ouvem música de péssima qualidade, entupindo os ouvidos e os sentidos de lixo.

     Pior, nossos jovens, nestes lugares, ficam à mercê de traficantes, malandros e profissionais do ramo. É onde estão jovens sem malícia e rapazes e moças de boa fé que os 'malandros' se dão bem. São suas vítimas preferidas, não dão muito trabalho para perverter. Só Deus."(Mírian Macedo)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Igreja com H


     E tem cretino que, ao falar das 'lojinhas de fé' dos picaretas capitaneados por Edir Macedo, mistura o assunto como se fosse tudo farinha do mesmo saco: mentem que as igrejas universais dos reinos de deuses é igual a Unam, Sanctam, Catholicam et apostolicam Ecclesiam. Vão se catar! 

     A Igreja Católica tem dois mil anos e foi quem criou a rede de assistência e proteção dos mais pobres. Na Idade Média (também chamada "cristandade"), em volta dos mosteiros e abadias eram construídos orfanatos, asilos e santas casas (e uma escola) para atender principalmente aos mais necessitados.

     Esta 'opção preferencial pelos pobres", que a teologia da libertação manipulou para aplicar o marxismo e implantar o comunismo, é a essência da Doutrina Social da Igreja. Quem estudou, sabe.

A Igreja Católica mantém na:
ÁSIA
1.076 hospitais
3.400 dispensários
330 leprosários
1.685 asilos
3.900 orfanatos
2.960 jardins de infância
África
964 hospitais
5.000 dispensários
260 leprosários
650 asilos
800 orfanatos
2.000 jardins de infância
América
1.900 hospitais
5.400 dispensários
50 leprosários
3.700 asilos
2.500 orfanatos
4.200 jardins de infância
Oceania 
170 hospitais
180 dispensários
1 leprosario
360 asilos
60 orfanatos
90 jardins de infância
Europa
1.230 hospitais
2.450 dispensários
4 Leprosários
7.970 asilos
2.370 jardins de infância
O Conselho Pontifício –Cor Unum – ( organismo da Santa Sé encarregado de promover e organizar as instituições de caridade e assistência da Igreja) publicou num cd , um guia com 1.100 organismos da Igreja comprometidos com a ação social-caritativo, que ajudam, principalmente, em casos de catástrofes ou necessidades, sem distinção de religião.

domingo, 13 de janeiro de 2013

I PROGRESSI DELL'ECUMENISMO - J. Ratzinger


I PROGRESSI DELL'ECUMENISMO
[Tratto da: Chiesa, Ecumenismo e Politica, Ed. Paoline, 1987, pp. 131-137]
Una lettera alla «Theologische Quartalschrift» di Tubinga
[La «Theologische Quartalschrift» ha pubblicato nel 1986, sotto la direzione del prof. M. Seckler, un quaderno circa lo stato dell'ecumenismo. Io fui gentilmente invitato a parteciparvi. Questa lettera è il mio tentativo di risposta all'invito]



Stimatissimo e caro signor collega Seckler!
Lei mi ha invitato a tracciare per la Theologische Quartalschrift un quadro di ciò che io penso a riguardo dei progressi dell'ecumenismo. Non mi è facile rispondere a una domanda così enorme a causa del tempo purtroppo limitato. Lo farò ma ovviamente in maniera lacunosa e insufficiente. D'altra parte io vedo sempre più chiaramente che abbiamo bisogno di propositi nuovi sul tema delle prospettive ecumeniche e, nonostante tutti i ripensamenti, non vorrei dir di no al Suo invito.

Mi consenta anzitutto un breve sguardo all'indietro lungo la strada percorsa negli ultimi vent'anni. Una localizzazione dell'oggi mi sembra indispensabile per poter vedere il domani. Quando il Concilio Vaticano II gettò basi nuove nella Chiesa cattolica per l'attività ecumenica, c'era già stato un lungo processo di comuni ricerche, che aveva portato alla maturazione di alcune idee che si sono quindi potute rapidamente mettere in pratica. Durante questa fase, in cui tutto d'un tratto si resero possibili novità così importanti e inaspettate, parve fondata la speranza per una fine rapida e completa della divisione. Ma quando ciò che era diventato possibile da dentro venne tradotto in forme ufficiali, dovette necessariamente subentrare una specie di quiete. Per coloro che avevano di persona conosciuto fin dagli inizi il processo ecumenico, o che vi avevano anche collaborato, un simile momento era prevedibile, perché essi sapevano bene dove le soluzioni erano in vista e dove, invece, i confini erano ancora invalicabili. Invece, per coloro che stavano al di fuori, questo momento causò una grande delusione; furono inevitabili le imputazioni di colpa e furono facilmente rivolte alle autorità ecclesiastiche.


Subito dopo l'attenuarsi del primo slancio conciliare, era affiorato il contromodello dell'ecumenismo «di base», il quale mirava a far sorgere l'unità «dal basso» se non era possibile farla discendere dall' alto. In questa concezione è giusto che l' «autorità» nella Chiesa non può realizzare nulla che non sia prima maturato nella vita della Chiesa, quanto a intelligenza ed esperienza di fede. Dove, però, non si faceva riferimento a questa maturazione, ma si andava affermando una divisione della Chiesa in «chiesa di base» e in «chiesa ministeriale», non poteva certo emergere una nuova unità di qualche rilievo. Un ecumenismo di base di questo genere crea alla fine soltanto dei gruppuscoli, i quali dividono le comunità, e tra loro stessi non realizzano un'unità più profonda, nonostante una propaganda comune di ampiezza mondiale. Per un certo lasso di tempo parve che le tradizionali divisioni delle chiese sarebbero state superate mediante una divisione nuova e che si sarebbero in futuro trovati contrapposti, da una parte dei cristiani «impegnati» in senso progressista e, dall'altra, dei cristiani «tradizionalisti», che avrebbero ambedue fatto adepti nelle diverse chiese finora esistenti. In tale ottica nacque allora il proposito di omettere del tutto dall'ecumenismo le «autorità», perché un eventuale accostamento o perfino unione su questo piano non avrebbe che rafforzato l'ala tradizionalista della cristianità e si sarebbe impedita la formazione di un cristianesimo nuovo e progressista.

Simili idee oggi non sono ancora del tutto spente, ma sembra tuttavia che il tempo della fioritura sia ormai alle spalle. Un'esistenza cristiana, che si definisce quanto all'essenza secondo i criteri dell' «engagement», è troppo labile nei suoi confini per poter alla lunga creare unità e generare solidità in una vita cristiana comune. Le persone perseverano nella chiesa non perché vi trovano feste comunitarie e gruppi di azione, bensì perché sperano di trovarvi le risposte a domande vitali indispensabili.Tali risposte non sono state escogitate dai parroci o da altre autorità, ma vengono da un'autorità più grande e sono fedelmente mediate e amministrate, semmai, dai parroci. Gli uomini soffrono anche oggi, forse ancora più di prima; non basta ad essi la risposta che viene dalla testa del parroco o da qualche «gruppo attivistico». La religione penetra oggi come sempre in profondità nella vita degli uomini per attingervi un punto di assoluto e, a tanto, serve solo una risposta che viene dall' assoluto. Là dove i parroci o i vescovi non appaiono più come i mediatori di quanto è assoluto anche per essi, ma hanno solamente da offrire le loro proprie azioni, è allora che diventano una «chiesa ministeriale» e, come tali, superflui.

Voglio dire con tutto ciò che la stabilità del fenomeno religioso viene da zone che non possono essere attinte dall' «ecumene di base» ed inoltre che la ricerca di assoluto segna anche i confini di ogni operazione «autoritativa» nella chiesa. Ciò significa che, portatrici di azioni ecumeniche, non possono venir considerate né una «base» isolata, né un' «autorità» isolata; un'azione ecumenica reale presuppone l'intima unità tra l'azione delle autorità e l'autentica vita di fede della Chiesa.

Qui io vedo uno degli errori fondamentali del progetto Fries-Rahner. Rahner pensa che i cattolici seguiranno senz'altro l'autorità; è un presupposto della tradizione e della struttura del cattolicesimo. Di fatto le cose non sono essenzialmente diverse tra i protestanti; se l'autorità decide l'unità e si impegna a sufficienza per essa, non verrà a mancare neppure qui l'obbedienza docile delle comunità. Per me questa è una forma di ecumenismo d'autorità, che non corrisponde né alla concezione cattolica né a quella evangelica di Chiesa.

Una unità operata da uomini non potrà essere logicamente che un affareiuris humani. Non attingerebbe per principio l'unità teologica intesa da Gv 17 e non potrà essere di conseguenza neppure una testimonianza del mistero di Gesù Cristo, ma parlerà unicamente a favore dell' abilità diplomatica e della capacità compromissoria dei responsabili della trattativa. E già qualcosa, ma non tocca il piano veramente religioso, di cui si tratta appunto in fatto di ecumenismo. Anche le dichiarazioni teologiche di consenso rimangono di necessità sul piano dell'intelligenza umana (scientifica), la quale è in grado di approntare certe condizioni essenziali per l'atto di fede, ma non concerne l'atto di fede in quanto tale. Nella prospettiva dell'avvenire mi sembra quindi importante riconoscere i limiti dell' «ecumene contrattuale» e non aspettarsi da essa più di ciò che può dare: avvicinamento su importanti aspetti umani, ma non l'unità stessa. A me sembra che si sarebbero potute evitare certe delusioni, se tutto ciò si fosse tenuto chiaramente presente fin dal principio. Così invece molti, dopo i successi dei primi anni postconciliari, hanno concepito 
l'ecumenismo come un compito diplomatico secondo categorie politiche. Come da buoni intermediari ci si aspetta che appunto si addivenga dopo un certo tempo a un accordo per tutti accettabile, così si è potuto credere di attendersi tutto ciò dall'autorità ecclesiastica in questioni di ecumenismo. Ma in tal modo si domandava troppo a una simile autorità. Ciò che essa ha potuto fare dopo il Concilio si fondava su un processo di maturazione che non era stato da essa compiuto, ma aveva solo bisogno di essere tradotto nell' ordinamento esterno della chiesa.

Ma, stando così le cose, che cosa dobbiamo fare? In vista di una risposta mi è assai di aiuto la formula che Oscar Cullmann ha coniato per tutta la discussione: unità attraverso pluralità, attraverso diversità. Certamente la spaccatura è dal male, specie quando porta all'inimicizia e all'impoverimento della testimonianza cristiana. Ma se a questa spaccatura viene a poco a poco sottratto il veleno dell'ostilità e se, nell'accoglimento reciproco della diversità, non c'è più riduzionismo, bensì ricchezza nuova di ascolto e di comprensione, allora la spaccatura può diventare nel trapasso una felix culpa, anche prima che sia del tutto guarita.


Caro signor collega Seckler, verso la fine degli anni da me trascorsi a Tubinga, Lei mi diede da leggere un lavoro compiuto sotto la sua guida, lavoro che esponeva l'interpretazione agostiniana della misteriosa sentenza di Paolo: «E' necessario che avvengano divisioni tra voi» (1Cor 11,19). Il problema esegetico dell'interpretazione di 1Cor 11,19 non è in discussione qui; a me sembra che i padri non avevano gran torto a trovare in questa annotazione localizzata un'affermazione aperta sull'universale, ed anche H. Schlier pensa che si tratti per Paolo di un principio escatologico-dogmatico (Th WNT, I, 182). Se è legittimo pensare in questa direzione, assume un peso speciale l'affermazione esegetica secondo cui il [...] biblico rinvia sempre in qualche modo a un agire di Dio, cioè a una necessità escatologica (così per es. Grundmann, Th WNT, II, 22-25). Ma allora ciò significa che, se le divisioni sono anzitutto opera umana e colpa umana, esiste tuttavia in esse anche una dimensione che corrisponde a disposizioni divine. Perciò noi le possiamo trasformare solo fino a un certo punto con la penitenza e la conversione; ma quando le cose sono arrivate al punto che noi non abbiamo più bisogno di questa rottura e che il [...] viene a cadere, questo lo decide tutto da sé il Dio che giudica e perdona.

Sulla strada mostrata da Cullmann noi dovremmo per prima cosa cercare di trovare unità attraverso diversità, cioè a dire: assumere nella divisione ciò che è fecondo, disintossicare la divisione stessa e ricevere proprio dalla diversità quanto è positivo; naturalmente nella speranza che alla fine la rottura smetta radicalmente d'essere rottura e sia invece solo una «polarità» senza contraddizione. Ma quando ci si protende troppo direttamente verso quest'ultimo stadio con la fretta superficiale del voler fare tutto da sé, si approfondisce la separazione invece di sanarla. Mi permetta di dire il mio pensiero con un esempio molto pratico. Non è stato forse in tanti modi un bene per la Chiesa cattolica in Germania e altrove il fatto che sia esistito accanto alla Chiesa il protestantesimo con la sua liberalità e la sua devozione religiosa, con le sue lacerazioni e la sua elevata pretesa spirituale? Certo, ai tempi delle lotte per la fede, la spaccatura è stata quasi soltanto contrapposizione; ma poi sono cresciuti sempre di più elementi positivi per la fede in entrambe le parti, un positivo che ci permette di comprendere qualcosa del misterioso «è necessario» di San Paolo. Giacché, viceversa, ci si potrebbe immaginare un mondo unicamente protestante? O non è forse vero che il protestantesimo in tutte le sue affermazioni, e proprio come protesta, è del tutto riferito al cattolicesimo, al punto che senza di questo sarebbe quasi impensabile?

Scaturisce di qui un duplice movimento per l'azione ecumenica. Una linea dovrà essere quella di una ricerca per trovare tutta l'unità; per escogitare modelli di unità; per illuminare opposizioni in ordine all'unità. Non solo nelle discussioni dotte, ma soprattutto nella preghiera e nella penitenza. Ma accanto a tutto ciò dovrebbe sorgere un secondo spazio operativo, il quale presuppone che noi non sappiamo l'ora e non la possiamo sapere, l'ora quando e come l'unità si realizza. A tanto vale davvero e in tutta serietà il detto di Melantone: «ubi et quando visum est Deo».
In ogni caso dovrebbe risultare chiaro che l'unità non la facciamo noi (come non facciamo noi la giustizia con le nostre opere) e che inoltre non possiamo tuttavia rimanere con le mani in mano. Ciò che qui importa è di accogliere sempre daccapo l'altro in quanto altro nel rispetto della sua alterità. Possiamo essere uniti anche come divisi.

Questa specie di unità, per la cui crescita continua possiamo e dobbiamo impegnarci, senza collocarla sotto la pressione troppo umana del successo e della «meta finale», conosce molte e varie strade ed esige molti e vari impegni. Anzitutto è importante trovare, conoscere e riconoscere le unità che già ci sono e che non sono davvero piccola cosa. Il fatto che leggiamo insieme la Bibbia come parola di Dio; che ci è comune la professione di fede, formatasi negli antichi concilii in base alla lettura della Bibbia, in Dio uno e trino, in Gesù Cristo vero Dio e uomo, del battesimo e della remissione dei peccati, e che ci è quindi comune l'immagine fondamentale di Dio e dell'uomo: tutto ciò dev'essere sempre nuovamente attualizzato, pubblicamente testimoniato ed approfondito nella pratica. Ma comune a noi è pure la forma fondamentale della preghiera cristiana ed unico tra noi pure l'essenziale comandamento etico del decalogo, interpretato nella luce del Nuovo Testamento. All'unità di fondo della confessione di fede dovrebbe corrispondere una unità di fondo operativa. Si tratta dunque di rendere effettiva l'unità che già sussiste, di concretizzarla e di ampliarla. Appartengono a questa istanza naturalmente forme molteplici di incontro a tutti i livelli (autorità, teologi, credenti) e forme di attività comune; tutto ciò dev'essere attuato in esperienze concrete e ulteriormente sviluppato, a quel modo che già avviene in notevole misura, grazie a Dio.

All'«unità attraverso diversità» potrebbero e dovrebbero aggiungersi certamente azioni di carattere simbolico, per tenerla costantemente presente nella coscienza delle comunità. Il suggerimento di O. Cullmann quanto alle collette ecumeniche meriterebbe d'essere richiamato alla memoria. L'uso del pane dell'eulogia presente nella Chiesa d'oriente potrebbe essere utile anche per l'occidente. Dove la comunità eucaristica non è possibile, questo pane è un modo reale e corporeo di essere accanto nell'alterità e di «comunicare»; di portare la spina dell'alterità e al tempo stesso cambiare la divisione in una preghiera reciproca.
Appartiene a quest' «unità attraverso diversità» anche la volontà di non voler imporre all'altro ciò che (ancora) lo minaccia nel centro della sua identità cristiana. I cattolici non dovrebbero cercare di spingere i protestanti al riconoscimento del papato e della loro comprensione della successione apostolica; l'inserimento della parola nello spazio del sacramento, e nell'ordine giuridico definito dal sacramento, appare evidentemente ai protestanti un attentato alla libertà e alla non manipolabilità della parola, e noi questo dovremmo rispettarlo. Viceversa, i protestanti dovrebbero evitare di spingere la chiesa cattolica all'intercomunione a partire dalla loro idea della Cena" dal momento che per noi il doppio mistero del Corpo di Cristo - Corpo di Cristo come Chiesa e Corpo di Cristo come specie sacramentale - sono di un unico sacramento, e togliere la corporeità del sacramento dalla corporeità della Chiesa significa a un tempo distruzione della chiesa e del sacramento. Questo rispetto per ciò che rappresenta per le due parti la necessità della divisione, non allontana l'unità; è un presupposto fondamentale per essa. Da questa rispettosa remora interiore, davanti al «necessario» che non è stato inventato da noi, maturerà molto più amore e anche molta più vicinanza che non da una forma di sollecitazione violenta, che crea ripulsa e alla fine rifiuto. E questo rispetto non solo non impedirà, di conseguenza, la ricerca di una comprensione maggiore in questi spazi centrali del problema, ma avrà per suo frutto una maturazione tranquilla e una gratitudine gioiosa per tanta vicinanza, nonostante il misterioso «necessario».
Immaginiamo che i concetti appena accennati non piaceranno a molti. Credo che una considerazione dovrebbe in ogni caso essere evitata: che tutte queste non siano che delle idee stagnanti e rassegnate, o addirittura un rifiuto dell'ecumenismo. E' molto semplicemente il tentativo di lasciare a Dio quello che è affare unicamente suo, e di esplorare poi, in tutta serietà, che cosa è nostro compito. A questa sfera dei nostri compiti appartiene agire e soffrire, attività e pazienza. Se si cancella una delle due cose, si guasta l'insieme. Se noi ci impegniamo su ciò che spetta a noi, allora l'ecumenismo sarà anche in futuro, e più ancora di prima, un compito altamente vivace e ardimentoso. Io sono convinto che noi - liberati dalla pressione del successo delle nostre energie autonome e dalle sue date segrete e palesi - arriveremo più in fretta e più in profondità allo scopo che se cominciamo a trasformare la teologia in diplomazia e la fede in «engagement».
Caro signor Seckler, io spero che queste righe possano rendere un po' più chiare le mie idee ecumeniche. Sono, con i miei più cordiali saluti, il Suo
+ JOSEPH CARD. RATZINGER
http://www.ratzinger.us/modules.php?name=News&file=article&sid=216

Marcos Libório (Montfort) e os três princípios protestantes.

Este é o artigo/resposta  publicado no site da Montfort que provocou o rompimento da minha relação com o professor Orlando Fedeli. Eu discordei da análise feita, o professor Orlando concordou e ratificou o que Libório escreveu.

SÓ A FÉ - SÓ A GRAÇA - SÓ A ESCRITURA -
TAIS PRINCÍPIOS SÃO VÁLIDOS?

Autor:Marcos Libório
Fonte: www.montfort.org.brPERGUNTA

PERGUNTA
Nome: Fábio Tomaz
Enviada em: 22/11/2006
Local: São Gonçalo - RJ, Brasil
Religião:Católica
Escolaridade: Superior incompleto

"Prezado Professor Orlando Fedeli (ou algum outro também abençoado irmão da Associação
Monfort que virá a responder minha missiva), a paz esteja com vocês!
Andei nos últimos dias pensando sobre os problemas com o Protestantismo. Cheguei à conclusão
de que o "calcanhar de Aquiles" do protestantismo é justamente os dois postulados (heréticos) que
conhecemos: A Sola Scriptura e a Sola Fide.
Cheguei à conclusão de que a Sola Scriptura já cai por terra por que ela é em sua essência um
problema, pois recorre a uma petição de princípio medonha para se manter (a validação da
afirmação de que a bíblia é a unica fonte de fé e unica autoridade para o cristão, partindo da
própria bíblia). E quanto à Sola Fide, é resultado de uma interpretação "muito da malfeita" da carta
de São Paulo aos Romanos, na qual Lutero comete um erro tolo de confundir as "obras da lei",
aquelas inúmeras regras judaicas, com as boas obras que a Bíblia, a Tradição Oral e o Magistério
dizem ser junto com a fé necessárias para a salvação.
Eu gostaria de saber se há algo a mais que eu possa adicionar à essas idéias, ou seja, se há mais
erros na Sola Scriptura e na Sola Fide além desses que eu já mencionei.
Eu também pretendo iniciar um estudo sobre a História da Bíblia. Se o senhor puder me dizer
algumas informações sobre o concílio farisaico de Jâmnia, a formação do Cânon bíblico e a ação
da Igreja nesta formação, o uso da Septuaginta por parte dos apóstolos e primeiros bispos após
eles, eu lhes agradeceria muito. Se o senhor souber também de uma bibliografia que eu possa
adquirir para estudar sobre esses temas, eu muito lhe agradeceria também.13/01/13 Doutrina Católica
www.doutrinacatolica.com/modules/news/print.php?story id=344 2/6
Sem mais para o momento, agradeço de coração desde já a ajuda.
Fiquem com Deus e com o amor de nossa mãe, Maria Santíssima!"

RESPOSTA
Nome: Marcos Libório

"Prezado Fábio,
Salve Maria,
Agradecemos antes de tudo sua confiança em nosso pequeno trabalho.
Você nos pede mais informações sobre os princípios protestantes sola fide e sola scriptura,
apresentando já duas boas refutações a esses princípios contraditórios.
A esses dois princípios é preciso acrescentar ainda um terceiro: o sola gratia. Esses três seriam o
desdobramento do que os protestantes chamam de somente Cristo.
Os protestantes, encabeçados por seu fundador Lutero, dizem que com isso agradam a Deus.
Vejamos se é assim.
***
Ora, sabemos pela Escritura que há somente duas religiões na história: a religião verdadeira,
composta por aqueles que são da raça da mulher, e a anti-religião, que é constituída pela raça da
serpente. (Gn, 3,15)
Também Santo Agostinho nos fala em duas religiões, quando define as suas famosas duas cidades:
"Dois amores deram origem a duas cidades: o amor de Deus levado ao desprezo de si mesmo deu
origem à cidade de Deus; e o amor de si mesmo levado ao desprezo de Deus, deu origem à cidade
do homem."
E Santo Inácio usa as duas bandeiras como metáfora da luta contínua entre essas duas religiões na
história.
Assim, vemos que apesar da enormidade de seitas conhecidas hoje, só há duas religiões no mundo,
a primeira delas a religião verdadeira, a religião Católica, divinamente revelada e única guardiã da
verdade divina revelada. E a outra, composta por essa infinidade de seitas, que é a anti-religião, a
religião do demônio, a sinagoga de satanás.
Essa anti-religião é a Gnose, que através de suas seitas, velada ou abertamente, tenta em vão
destruir e substituir a verdadeira Igreja de Cristo.
Para a Gnose, em termos bem simples, o mundo é mau pois foi criado pelo deus do mal, o
demiurgo.
O demiurgo criou o mundo como prisão para o verdadeiro deus, que seria formado por inúmeras
partículas divinas, as quais estariam presas na matéria, e que passariam pela evolução, do mineral13/01/13 Doutrina Católica
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ao vegetal, depois ao animal e então ao homem, onde então adquiririam consciência de seu estado.
A finalidade da Gnose (=conhecimento) seria, pois, libertar as partículas divinas aprisionadas no
mundo, formando novamente A Divindade, ccom a união das partículas libertas de todas as
criaturas.
E como libertar as partículas? Combatendo as prisões que o demiurgo criou, quais sejam a matéria,
a inteligência e a moral.
A Gnose pretende dar ao homem o conhecimento salvífico, que é a compreensão de que o homem
é deus, e de que deve libertar-se dessas três prisões que impedem sua parcela de divindade de
retornar ao todo divino.
Quando o homem se liberta dessas prisões, ele se redime.
***
O protestantismo é uma das seitas - que se multiplicou em milhares de outras seitas - da falsa
religião, da raça da serpente.
Por que dizemos isso?
Primeiro, porque o protestantismo é contra a Igreja Católica, e não estando com Cristo, está
necessariamente contra Cristo.
Mas, também porque sua doutrina segue exatamente o esquema da Gnose.
Note que o sola scriptura é contra a Escritura, pois impinge ao livro sagrado um poder mágico de
auto-interpretação que ele não possui.
Quando os protestantes pretendem exaltar a Bíblia, na verdade a destroem. Lutero mesmo, na
gênese desse movimento sectário, retirou vários livros da Bíblia (não materialmente, mas os
desqualificando - Tiago como sendo uma epístola de palha, Apocalipse como sendo nem
evangélico nem profético), mostrando que a Bíblia era escrava da vontade dos reformadores.
Ao desprezar tudo o que Lutero considerava humano em relação à revelação, como os livros
deuterocanônicos e a tradição, bem como os concílios e a hierarquia, de fato Lutero se opunha a
tudo o que era material, à criação.
Para Lutero, esses livros retirados da Bíblia não produziam a experiência que despertaria no fiel a
noção de salvação, e por isso não poderiam ser inspirados.
Tais livros não traduziam de fato o kerigma, que é - mais importante que as verdades reveladas - o
anúncio salvífico.
Ao propor o sola scriptura, Lutero queria a libertação da matéria, para ouvir somente a voz
(divina) que falaria ao interior do homem.13/01/13 Doutrina Católica
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É a libertação da primeira prisão da partícula divina, como na Gnose.
O sola fide é qualquer coisa, menos fé verdadeira. Pois para o protestante o que vale é a
experiência com Cristo, e não a aceitação das verdades reveladas por DDeus.
Geralmente se considera que o sola fide se opõe apenas às boas obras. Porém, se nos detivermos
um pouco mais nesse princípio, veremos que ele se opõe à participação da inteligência na obra da
regeneração, pois a fé protestante não pode passar pela razão, mas provém unicamente da emoção
e da experiência vivencial.
A inteligência - desprezada e odiada por Lutero - impede que o homem chegue ao verdadeiro
conhecimento de Deus, que segundo Lutero se dá através da experiência catalisada pela leitura da
Bíblia.
A fé protestante é confiança: confiança de que está salvo, confiança de que realmente Cristo
revelou o Deus inerente ao homem.
Ao desprezar a inteligência e confiar (= fé) somente na experiência religiosa, o fiel protestante
estaria eliminando a segunda prisão do demiurgo.
***
O sola gratia vai contra a verdadeira graça santificante.
Esse princípio atesta que o fiel justificado está livre de pecado, não porque não os possua mais ou
não possa cometê-los, mas porque os têm encobertos pela graça de Cristo.
Assim, o justificado tem graça e pecado ao mesmo tempo - simul iustus et peccator.
Com isso, dá-se ao fiel a ilusão de impecabilidade, e mesmo a permissão de pecar com a garantia
do perdão antecipado - é o pecca fortiter.
Com isso, Lutero habilmente conseguiu impugnar os dez mandamentos, ao dizer que o homem é
incapaz de praticá-los e, portanto, não pode ser culpado por cometê-los.
Ora, a graça é propriamente a participação na vida divina, pois a Santíssima Trindade de fato
habita na alma justificada pelos méritos de Cristo.
Como poderia habitar Deus e pecado na mesma alma?
É impossível, e uma ofensa à graça divina. Por isso o pecado mortal é a expulsão de Deus da alma,
cuja presença se adquire com o batismo e se recupera com a confissão.
Note, portanto, que o sola gratia é a libertação da terceira prisão do demiurgo - a moral.13/01/13 Doutrina Católica
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***
E o fiel liberto das três prisões, através dos três solæ - sola gratia, sola fide, sola scriptura - o que é
se torna?
Torna-se um cristão - no conceito de Lutero - livre para fazer o que bem entender, incluindo o
livre-exame da Bíblia; não constrangido por nenhum mandamento, pois estaria salvo, certo de sua
salvação pela confiança (fé) na remissão de Cristo. Daí Lutero expor essa visão no famoso: "A
liberdade do cristão" de 1520.
E o cristão luterano passa a fazer parte do número dos eleitos, não por que tivesse mudado de
vida, passado de pecador a justo, pois para Lutero o homem é predestinado para o céu ou para o
inferno e nada pode fazer para mudar a sua condição.
Na verdade, o cristão é justificado porque Deus já o predestinara à salvação. E como o cristão
sabe que está salvo? Através da riqueza material e do sucesso, que são os sinais de sua amizade
com Deus.
A busca da glória e da riqueza terrenas passa a ser a vocação - beruf, como explica MaxWeber -
o objetivo do protestante justificado, do cristão luterano. Começando pelos príncipes alemães que
roubaram as terras da Igreja, tornando-se tiranos civis e religiosos.
O cristão luterano é de fato uma caricatura do santo, que adquire sua liberdade não pela imitação
de Cristo e desprezo do mundo, mas pela libertação das prisões do demiurgo, como num rito
iniciático.
É uma espécie de consolamentum auto-impingido, mas sem a ascese dos cátaros, que é substituída
pela fé-confiança que liberta sem esforço (essa é a novidade de Lutero em relação às outras seitas
gnósticas que tentaram se passar por cristianismo: a substituição das obras pela fé como elemento
de salvação antecipada).
Portanto, os três princípios luteranos que norteiam os protestantismos são a versão cristianizada da
libertação das três prisões da Gnose, que ensinam como o homem deve libertar a divindade cativa
dentro dele.
Lutero cristianizou a Gnose.
Daíseu sucesso, daíseu apoio esmagador.
Pois os inimigos de Deus são muitos...
É claro também que os três "solæ" - quando praticados conscientemente - levam a um pecado
contra o Espírito Santo, que se chama presunção de salvação.
E só por isso já seriam censuráveis, pois ofendem a Deus de um modo irreversível.
Por isso, "Deus não está na sua Igreja", dizia são Francisco de Sales aos hereges suíços...13/01/13 Doutrina Católica
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Em relação a sua última pergunta:
>>Eu também pretendo iniciar um estudo sobre a História a da Bíblia. Se o senhor puder me dizer
algumas informações sobre o concílio farisaico de Jâmnia, a formação do Cânon bíblico e a ação
da Igreja nesta formação, o uso da Septuaginta por parte dos apóstolos e primeiros bispos após
eles, eu lhes agradeceria muito.
Se o senhor souber também de uma bibliografia que eu possa adquirir para estudar sobre esses
temas, eu muito lhe agradeceria também.
Há alguns artigos no site que tratam desse tema, peço que os consulte.
Convém consultar também as obras do jesuíta Jose O´Callaghan, grande autoridade no assunto,
tendo vários livros publicados.
In Jesu et Maria
Marcos Liborio"

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