quinta-feira, 26 de junho de 2014

Olavo de Carvalho: pior que Lula

Engraçado um 'historiador' (OdeC agora se deixa intitular assim) não saber o que acontece em sua própria família. Imagina, então, o que vai pelo mundo ou pelo Brasil, onde ele não põe os pés há dez anos. 

Na Rádio Vox, seu filho Tales de Carvalho revelou que, em 1993 - vinte e um anos atrás - ele já estava no Islã, chegando a ser contatado, em São Paulo, pelo Talibã para fazer treinamento de quatro meses, com todas as despesas pagas, no Afeganistão. Tales devia ser cabra bom, testado, para, com tão pouca idade, ser convocado para a Jihad.
"Olavo de Carvalho 26/06/2014
about an hour ago near Richmond, VA
Não devo satisfações a Veadasco nenhum, mas aos meus alunos informo que por longos anos, à distância, deixei de acompanhar a carreira do Tales e SÓ AGORA obtive uma confirmação explícita da sua adesão ao Islam. Ele, por sua vez, é um homem adulto, pai de família, e não me deve satisfações. Fico feliz de que ele esteja trabalhando com o Gugu, cujo trabalho segui mais de perto.

Vai saber...



domingo, 22 de Junho de 2014


Curso Olavo de Invocação do Capiroto

Vai um chouriço? Então vai ter que beber o vinho!*


Retomando o trabalho de exposição começado há algum tempo, hoje decidi abordar o Instituto Cultural Lux et Sapientia e o Centro Cultural Landmark. Após vários meses investigando os institutos mencionados, que mais não servem do que para introduzir discípulos nos círculos mais restrictos da organização de Sidi Muhammad Ibrahim (Olavo de Carvalho), constatei que no fundo estes são apenas uma reinvenção do COF de Curitiba (Sim, o tal que Sidi Muhammad afirma ter sido infiltrado por tariqueiros, acabando em orgias e num exorcismo), ou seja, tudo mudou para continuar na mesma.

Os directores e o núcleo continua o mesmo, desde os professores até os organizadores do curso, com destaque para Sidi Ibrahim Isa (Tales de Carvalho, com quem o Olavo “não falava há mais de dez anos”...), Sidi Ahmad (Luiz Gonzaga de Carvalho, ou Gugu), Luciane Amato e Eduardo Dipp, e mais uma vez parece ter havido infiltração por gnósticos e luciferianos. Assim, como favor, usarei o Prometheo para informar Sidi Muhammad Ibrahim que os seus institutos foram novamente infiltrados e desvirtuados do seu catolicismo schuoniano sui generis. Começarei pelo próprio nome dos locais.

Landmark, para quem estudou a maçonaria, é uma palavra com um sentido bem claro e até a WIKIPEDIA possui uma entrada sobre o tema:


Não bastando uma coincidência, eis que Sidi Muhammad Isa também comete uma “gafe gnóstica” bastante evidente, escolhendo o nome Lux et Sapientia para o seu instituto. A palavra Lux é usada como referência a Lúcifer, o que traz a luz e o saber. A luciferiana Alice Bailey, para ficarmos por um exemplo que o próprio Sidi Muhhamad conhece, fundou o Lucifer Trust na Onu para difundir material New Age, posteriormente mudando o nome para Lux Trust, de maneira a torná-lo menos indiscreto, e depois para Lucis Trust..


Mas essas não passam de pequenas “coincidências”, relativamente inócuas. Passo agora à análise de algumas aulas ministradas nos tais institutos. A primeira aula que abordo foi ministrada por Sidi Ahmad, que num tom sereno, recorrendo ao uso de personagens centrais do cristianismo, descreve um pacto satânico, provocando os alunos com insinuações pouco discretas. Cada cor corresponde a um estado de consciência do aluno, representando o negro o roxo e o azul a saida das trevas e o reconhecimento de um saber, movimento que ele descreve como ascendente. A seguir, descreve as cores verde, amarela e vermelha, e explicando o processo descendente. Aqui começa o aliciamento gnóstico, onde ele deixa bem claro aos alunos que apenas o "elemento que desceu do Céu” o poderá levar para o Céu. Não é preciso muito esforço para constatar que ele descreve Lúcifer, o anjo caído que traz a luz e dá conhecimento ao homem... A aula prossegue e são enumerados todos passos todos para o aluno tomar posse da qualidade ou virtude que deseja , com a advertência de que o “professor” não pode fazer nada daquilo em aula, mas apenas instruir o aluno pois ele terá de fazer isso por si próprio. Contei mais de 40 provocações numa aula de uma hora e 50 minutos. Pedi a alguns padres que analisassem o conteúdo e todos eles confirmaram que se trata de uma aula de iniciação luciferiana.


Diante do achado, acabei por investigar mais a obra da seita que parece se infiltrar em todas as obras de Sidi Muhhamad, tendo inclusive cooptado o seu filho. Assim cheguei à eloquente aula de “Indrodução à Vida como Narrativa”, da Srª. Luciane Amato, velha companheira de Sidi Muhhamad. Aqui, aparentemente, deixamos o misticismo do Gugu e mergulhamos no mundo literário. As cores deixam de ser a ferramenta para a descrição da iniciação luciferiana, que passa exemplificada por supostos métodos de reflexão literária. Tal e qual o Gugu, ela insiste com veemência na necessidade de se "mergulhar " na própria alma, e usa o termo "tomar posse" como palavra código para o pacto satánico. Tenta seduzir os alunos perguntando repetidamente aos alunos se estes sabem quem são e qual é a vida que realmente desejam viver, fazendo o mesmo jogo que Gugu faz com as cores, em especial com a amarela e a vermelha, as cores da interiorização e da decisão. Ao longo da aula achei cerca de 20 provocações luciferianas/gnósticas.


Como não há duas sem três, temos ainda uma aula ministrada pelo professor e poeta Eduardo Dipp. Apesar de ser artista, é menos articulado que os personagens das aulas anteriores se limitando a recitar poemas escolhidos pelo seu conteúdo gnóstico, ou que podem se assim interpretados. Entre os poetas citados, destaco o nome de “Dante” Gabriel Rosseti.



Com isso, tendo em conta que foi o meu primeiro e provavelmente último post no Prometheo, aproveito o clima religioso e me despeço desejando a todos um Feliz Natal, especialmente à família Dipp, logicamente com muito cuzcuz, peixe e nada de álcool...

Texto escrito por Jorge Velasco

* Por consideração à criança, que foi identificada pelo pai numa rede social, progenitor que ao invés de proteger a sua identidade e afastá-la do casal luciferiano da fotografia, preferiu usar a própria cria, a qual deveria defender, para fazer uma ameaça judicial, apaguei o rosto dela. Um pai de tal qualidade, na minha opinião, deveria perder a guarda dos filhos. Ass: Carlos A. R. Velasco

Não deixem de ler: Sexo, Sufismo e Mentiras: Quando Olavo é Traído por Sidi

77 notas sobre a "aulinha" de Sidi Ahmad, o "Gugu"

terça-feira, 24 de Junho de 2014

77 notas sobre a "aulinha" de Sidi Ahmad, o "Gugu"

Deu prá entender? (há quem realmente tenha dado para isso;).

Levando em conta que há pessoas que não perderão o seu precioso tempo assistindo a aulinha do Gugu, e que muitos assistirão, mas nada entenderão, resolvi pedir ao meu irmão os seus apontamentos da aula recomendada no post Curso Olavo de Invocação do Capiroto.  

Colocarei as 77 notas sobre a tal aula em bruto, sem correcções, pois tenho menos paciência para corrigir as notas sobre as aulas do Gugu do que para a própria aula. Aqui seguem as notas, e antes dela segue o endereço da aula, que ainda está disponível no youtube:

Princípios de Cosmologia Tradicional - 01


25 min - "Solve Et Coagula". (ver figura do Baphomet).

30 min – Piada provocativa sobre o facto de que se não sabes o que desejas, não irás encontrar nada, em que fica claro que tens de saber qual qualidade ou coisa desejas alcançar pois sem isso é impossível realizar um pacto. 

38 min – “o que vale a pena neste mundo é conhecimento e virtude o resto tudo se obtém”. (conceito de 
gnosticismo puro, o culto do conhecimento como ponto máximo da existência humana e salvação, sendo 
assim uma virtude). 

39 min – “tudo no mundo é bom, até certo ponto, depois só acumula trabalho” (interessante pensar no 
pecado a partir dessa perspectiva “mágica”). 

40 min – “quanto mais melhor, temos é que adquirir, não importam os meios...” (Preciso comentar? Os fins justificam mesmo todos os meios? Até a venda da alma?). 


42 min - "o azul o convida a ir até ele" (para se aprimorar a alma não importam os meios). 

46 min – “quando ele realizou que existe conhecimento, ele inicia o movimento descendente” (Quando o 
candidato se apercebe que existe algo para além do material, aí ele inicia a descida ao encontro 
de..."conhecimento", inspiração luciferiana).

46 min – “ele não entendeu ainda, ... sabe que existe algo lá, mas não entende sua natureza” (falta a 
revelação satânica, ele tem que entender exactamente de onde vem o conhecimento...). 

47 min – “falta a mudança da alma devido ao conhecimento” (Pois! Interiorizar, isso altera a alma da 
pessoa - gnose explícita).

48 min – “Mas a luz que ilumina a planta, ela não vem dele, vem do "céu" (Lúcifer, o anjo caído, veio do 
céu. É considerado e chamado de "aquele que porta a Luz, o conhecimento). 
Sorriso malicioso com pausa. 
 “A Planta não tem "Luz" própria, se tirar o "Ceu", ela morre” (chega a ser pueril).

48 min – “Procurar as raizes do entendimento nele mesmo” (lembrando que ele comparou o 
conhecimento à virtude, aqui temos gnose mais uma vez, se as duas são iguais, o homem pode se salvar 
sem a ajuda de Cristo, através do acúmulo do conhecimento). 
“O Inicio desse estágio é o amarelo, agora vc tem que ter uma iniciativa tua" (Aderir à tarica? Eis a 
revelação satânica se aproximando, notar que o amarelo representa o Sol, a entrada do candidato na 
ordem, onde o mesmo deixa de ser um profano e começa a ter a verdade revelada aos poucos). 
Mais risos, mas apenas os “membros do círculo” presentes compreendem o que ele está realmente 
dizendo. 

49 min – “ agora vais ter que repetir em você a experiência do autor ou do professor” (passar pelos 
mesmos rituais da tarica, o pacto).

49 min - "Símbolo inicial na mente" (Símbolo gnóstico, saber como salvação). 

50 min - "No amarelo acontece a tomada de decisão" (Aqui o candidato sabe claramente no que está a se 
meter e do que estão a falar, cabe a ele a decisão de entrar ou não na tarica). 

50 min - "Eu agora quero ser o Entendedor disso!" (Sim, o aluno iniciado agora quer destaque, poder e 
status, ou seja, o que melhor dominou o tema, o “Entendedor”). 

53 min – “O professor já te deu o conhecimento, agora é a parte que você tem que fazer por 
você” (Tens de falar com o professor, o famoso trabalho fora da sala de aula).

56 min – “iniciar o movimento contrário” (ele estava indo a caminho das virtudes, certo? Agora, para 
“entender tão bem como Sócrates” – ver o que a maçonaria e os gnósticos pensam de Sócrates - tens de 
iniciar o movimento descendente, em direcção ao “vermelho”). 

57 min – “Agora você tem que "ir para dentro" (gnosticismo e pacto, afinal, queres ou não ser como 
Sócrates? Tens que interiorizar essa virtude, essa qualidade, esse conhecimento). 

57 min – “Ninguém vai chegar aos céus mesmo” (o Gugu e seus discípulos? É certo que não;). 

58 min – “Ninguém sobe aos céus senão aquele que desceu do céu” (Lúcifer, o anjo caído mais uma vez 
revelado, a origem do conhecimento). 

57:52 min – “Você tem que encontrar esse que desceu do céu”. ( Encontrar Lúcifer? O COF me parece 
um bom lugar para começar). 

58 min – “E se ele desceu, significa que ele já está aqui” (Lúcifer está cá, sempre esteve - desafio da 
montanha a Cristo, ele é o senhor deste mundo. O reino de Jesus é o reino dos Céus, é outro). 
58 min – “Agora você terá que complementar o esforço com algo diferente” (Será o ritual de iniciação? Será como o do Lings ao Olavo? Notar o sorriso do magugu). 

59 min – “Representado pelo lado esquerdo” (Referência ao dualismo maçônico, as duas torres que 
formam os pilares da cabala e do templo de Salomão). 

1:00:00 min – “Agora tens de comer o alimento” (Referencia à maçã de Adão e Eva, o fructo proibido, 
por sua vez, fruto do conhecimento, aquele que a serpente fez o homem comer). 

1:02:00 min – “Agora tens de achar o reino dentro de ti” (200% gnosticismo, é possível ser mais gnóstico 
que isso?). 

1:03:00 min – “Chamar o elemento que desceu do céu até você” (Mais uma vez "O anjo caído" sendo 
citado na aula...). 

1:03:00 min – “Isso aí, não tem bem como ser ensinado em aula” (Pois, imagino que deve ser complicado 
sacrificar uma galinha em aula cerimonialmente, ou "introduzir um aluno" nas profundezas do oculto...). 

1:03:00 min – Aqui o Gugu lembra como os alunos de "Platão" sentiam neles "mesmos" essa qualidade de Platão. Fica mais uma vez clara a influência luciferiana, o "carisma", ainda mais quando o Gugu se compara a indirectamente a Platão ao mesmo tempo que brinca com o orgulho dos alunos). 

1:04:00 min - "Você até pode aconselhar, mas não pode ser dado em aula" (Tem de ser o “real deal”, 
nada de brincadeiras. Ou queres o capiroto, ou não). 
“Você em aula pode o quê? Representar simbolicamente esse processo...” (Notar novamente o longo sorriso e a pausa. Chega a ser canastrice digna de pornochanchada). 

1:05:00 min - “Você pode até dar a aula assim” (Mais um sorriso que só os cúmplices entenderão). 

1:07:00 min – “Se ele não completar o movimento, o aluno sente que não ganhou posse daquilo” (ganhou 
posse daquilo, um termo muito usado por satânicos para se referenciar à qualidade que eles desejaram 
e através do pacto conseguiram...). 

1:08:00 min – “o que há nele e sempre acerta” (100% infalível? Parece coisa do diabo, não? Ele sabe 
fazer promessas...). 

1:09:00 min – “esse tipo de aspiração é muito raro hoje em dia” (O materialismo também afectou o 
mercado da bruxaria. Maldito liberalismo:). 

1:12:00 min – (impagável; Este vale a pena ouvir, não quero estragar a surpresa).

1:14:00 min – “Da onde veio isto?” (os alunos devem ser mesmo muito burros para precisarem de tantas 
provocações!). 

1:15:00 min – “Esse elemento desceu do céu, ele é celestial” (Lúcifer tem uma origem celestial, mas...).

1:15:00 min – “É só esse elemento que vai poder te levar ao céu!” (Apenas Lúcifer salva? Lembra 
gnosticismo, e estou a ser brando).

1:15:18 min – “Seja que tipo de céu for, seja céu no sentido da sabedoria, inteligência,...”(Inteligência 
é comparada ao céu, como disse, para um gnóstico, conhecimento é o caminho da salvação). 

1:16:00 min – “É um processo de limpeza de ideias” (Sim, trata de jogar tudo o que há de cristão dentro 
de ti fora, e toca a meter "o vermelho" lá prá dentro).

1:17:00 min – “Isso aí, só pode vir depois do primeiro trabalho” (não há almoços grátis para o tal que 
desceu do céu...). 

1:17:25 min – “Senão ele confunde com o que está em cima com o que está em baixo” (Ele confundiu 
direitinho, dá para ver, deve pensar que Lúcifer salva alguém...).

1:17:53 min – “Mostrar que tem uma escada e existe um fio que nos liga lá acima...podemos até mostrar 
isso nas aulas...” (conceito maçónico da escada, referência a Lúcifer como o “fio” e mais uma vez o 
conhecimento como porta de entrada no céu... ).

1:18:48 min – “Isso no curso é apenas feito de maneira simbólica, é importante salientar isso” (sim, 
matar a galinha em aula é complicado e o que desceu dos céus não quer representações e muito menos aulas prácticas de "gestão de orgia"). 

1:19:28 min - "É importante que sejam modelos superiores a nós" (Tipo Crowley? Malandro! Tentando os alunos que já sabem do que se trata a aula...). 

1:20:04 min – “É importante que sejam pessoas que você quer ser” (Rock Star? Professor famoso? 
Filósofo de renome? O que desejam? Aqui o freguês é que manda...). 

1:20:42 min – “Olha o que você quer ser, e o que você quer, isso é importante!” (Sim, só se faz isso uma 
vez, não dá para vender a alma duas vezes, portanto, não se faz isso por um I-Phone ou por um rolo de papel higiénico). 

1:21:50 min – “Isso é que é importante você saber, isso é importante no movimento descendente, quem 
você quer ser” (É importante que fique bem claro o que desejas e a qualidade que desejas interiorizar, 
não há volta atrás. Bom, talvez com exorcismo, mas não recomendo ir por aí...). 

1:23:22 min – “Pois esse juiz tá aí” (Lúcifer tá de olho, afinal, ele é o olho que tudo vê...). 

1:25:00 min - “A certeza das duas coisas está na mesma fonte” (Lúcifer como fonte do conhecimento e 
como fonte de salvação). 

1:26:00 min – “Quando ele entender tudo relativo à inteligência, aí estamos na fase verde, vamos iniciar 
a fase descendente” (Ele entendeu que Lúcifer é a fonte do conhecimento e terá de tomar uma 
decisão). 

1:27:40 min – “Eu sei o que você queria, melhor que você” (É sempre o mesmo conto, eles sabem mais 
que os outros, ou pensam que sabem). 

1:28:01 min – “Isso o curso não vai te dar, mas ele pode favorecer isso aí” (você me paga, e eu ensino os "paranauê, e depois é com você e o chifrudo). 

1:29:40 min - “quando ele chegar aí, entendeu o que é a inteligência, então isso é um mapa que vai te 
ajudar a achar o elemento de inteligência dentro de ti” (através do pacto e do uso dos símbolos 
cabalísticos...). 

1:31:00 min – “O cara não pode ter medo” (Deve ser complicado encarar o capiroto... imagino que consiga ser mais feio que o próprio Luiz Gonzaga! Porém, são os covardes que se deixam enganar pelas promessas 
do cão). 

1:31:26 min – “Pq isso é importante, se você soubesse, estaria aqui dando aula no meu lugar” (Gugu, olha que algum aluno ainda pede para tomar o teu lugar;). 

1:31:55 min – “Agora eu sei que isso é inteligência... a inteligência é um negocio imortal, imaterial, 
etc...” (novamente o Lúcifer, o anjo imortal, imaterial e a fonte do conhecimento...). 

1:32:40 min – “Encontrar a inteligência dentro de você não será feito em aula” ( Novamente temos a referência ao pacto e à interiorização demoníaca, para além do dilema da galinha de Angola). 

1:32:57 min – “o que ela é dentro de você”. (parece um demónio...).

1:33:41 min – “Você só vai entender o cosmos quando entender a inteligência... uma é produto da 
outra..." (que maravilha! Vamos entender o cosmos e a inteligência do Criador vendendo a alma a 
Lúcifer... bela promessa!). 

1:35:06 min – “Você passa a ter um mapa do que ela é” (Sim, um mapa lá para baixo, vai te descrever o 
caminho descendente todo:). 

1:35:30 min – “Sem isso aí, ela não vai achar dentro de de você”.(Sem o pacto, nada feito). 

1:36:00 min – “Cheguei à pedra filosofal, isto é conhecimento”. (A pedra filosofal, por ser uma fonte de saber, é geralmente comparada a Lúcifer).

1:36:54 min – “Faz parte do que é a inteligência”. (No caso do Luiz Gonzaga, deve ser toda a inteligência pois dele não sai nada). 

1:37:08 min – “Isso vale tanto para cosmologia como vale para tudo” (Já deu para entender, Gugu. O teu 
público é que é muito burro, incluindo os corrompidos). 

1:37:14 min – “Se você quer ser santo, é isso o que você tem que fazer” (“santo” do tipo Schuon e Lings?). 

1:37:43 min – “Se eu quero achar essas coisas, tenho que procurar dentro de mim”. (Mais gnosticismo, 
mais interiorização do capeta). 

1:38:10 min – “Conjugar essa fonte exterior com a interior” (Novamente o pacto). 

1:38:31 min – “o outro precisa de um ambiente muito especifico para isso acontecer”.(Sim, um terreiro 
de macumba, uma tarica disfarçada de instituto cultural, etc...).

1:39:19 min – “depois é mais fácil achar a raiz disso em você” (Sim, depois fica mais evidente o 
gnosticismo).

1:40:40 min – “solve et coagula é o esquema do cosmos, é assim que o mundo funciona”. (Dizem os 
bruxos e o Baphomet). 

1:41:20 min – “...Santíssima Virgem e o menino no colo” “Dois anjos lado a lado, um vermelho e um 
azul” “Eles representam esses movimentos cósmicos” “Só usando os dois você irá transcender” (queria 
vê-lo explicando isso no Tribunal do Santo Ofício;). 

1:42:16 min – “Se você não completar eles, você não vai conseguir” “Isso vale para tudo que é bom” 
“qualquer qualidade que desejam”(Voltamos à situação do rockstar:). 

1:43:20 min – “Só pode ser achado num esforço individual”. (Vender a alma é uma decisão pessoal. É um 
acto de covardia perante a adversidade, mas continua sendo um esforço individual). 

1:45:16 min – “A inteligência é o ponto crucial” “O que é inteligência? É o ponto de partida e de 
chegada”. (Lúcifer como Alpha e Ômega, como ser triunfante, capaz justamente de entrar no Céu triunfalmente se assim o desejar). 
http://libertoprometheo.blogspot.pt/2014/06/77-notas-sobre-aulinha-de-sidi-ahmad-o.html

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Recordar é viver: e a maçonaria, Olavo de Carvalho?

     Mírian Macedo: "Citando René Guénon, o senhor defendeu a união da maçonaria com o cristianismo. E pode?!"
            Olavo de Carvalho: "Parece que houve aí uma divisão de trabalho: a maçonaria ficou com os Pequenos Mistérios e a Igreja com os Grandes Mistérios. Não é preciso dizer que este simples fato é causa de inumeráveis desequilíbrios. Enquanto estas duas ordens de conhecimento não forem de novo articuladas, a unidade espiritual do Ocidente não será reconquistada."

          Íntegra da resposta de Olavo de Carvalho*: "Este problema que você coloca é dos mais cabeludos. Eu dificilmente poderia explicá-lo aqui. Mas é preciso considerar que a maçonaria tal como a conhecemos hoje se origina no século XVIII, a partir da unificação de antigas iniciações de ofícios, sobretudo dos construtores medievais que, durante mil anos, tinha funcionado perfeitamente bem dentro do contexto cristão sem nenhum problema.

     A encrenca começa a partir do momento em que, dentro da própria maçonaria, começam a surgir outras sociedades, estas sim verdadeiramente secretas, que se apossam de áreas inteiras com o objetivo de transformar a maçonaria em instrumento da revolução.
     
     Isto é muito bem explicado num livro já clássico, de um mestre maçom chamado John Robinson, intitulado Proof of Conspiracy. O livro saiu no começo da história republicana aqui nos Estados Unidos.
     
     Evidentemente, foi bastante lido pelos maçons da época, inclusive o presidente George Washington, que, vendo a penetração destas idéias revolucionárias na maçonaria, confirmou que aquilo existia e disse: "Eu espero que isto não se propague aqui nos Estados Unidos (pois isto estava acontecendo na Europa, principalmente na França).
      
      Quando se fala de maçonaria, não se pode falar  de um negócio assim em  bloco, porque existem camadas e camadas de complexidade aí. Mas, em todo caso, o fato da maçonaria originar-se nestas comunidades de ofício mostra que ela não tem originariamente uma inspiração anti-cristã.
      
      Por outro lado, estas comunidades legaram à maçonaria inumeráveis conhecimentos, sobretudo sobre a constituição da ordem política, da ordem do Estado. E estes conhecimentos são realmente  importantes para a administração do mundo. 

      Como havia aquela distinção dos Pequenos Mistérios e Grandes Mistérios (Pequenos Mistérios são aqueles que se referem aos conhecimentos de ordem cosmológica, ordem do mundo, constituição do mundo, inclusive do mundo histórico, social, político; e por outro lado, os Grandes Mistérios, que se referem à ordem puramente espiritual, da imortalidade da alma, Deus  etc), parece que houve aí uma divisão de trabalho: a maçonaria ficou com os Pequenos Mistérios e a Igreja com os Grandes Mistérios. 

      Não é preciso dizer que este simples fato é causa de inumeráveis desequilíbrios. Enquanto estas duas ordens de conhecimento não forem de novo articuladas, a unidade espiritual do Ocidente não será reconquistada. 

      Pior ainda: à medida que o tempo passa, aparecem sociedades secretas dentro de sociedades secretas, conspirações dentro de conspirações, tornando tudo uma bagunça monumental. 


     É evidente que as conspirações existem, mas também é tolo imaginar, como faz este senhor Armindo Abreu, que certas sociedades secretas são controladoras do mundo.
Ninguém controla o mundo, o pessoal disputa poder e faz confusão.

     
      Pior ainda, quando os elementos causadores de uma situação contêm um forte elemento secreto, é muito difícil entender até historicamente o que aconteceu. A história do mundo, além de tornar-se extremamente violenta, ainda tem a questão de que ninguém sabe quem fez o quê. A prevalência do segredo como elemento histórico importante é um dado do século XX."

*PS: . Olavo de Carvalho respondeu às minhas perguntas no dia 12/02/2007  (a resposta está no link, a partir de 13 min20seg até 20min36seg. O email (abaixo) foi enviado ao programa True Outspeak. http://www.olavodecarvalho.org/midia/070212true.html



 "Professor Olavo, como vai?
     
     Sou Mírian Macedo, de São Paulo. Tenho acompanhado a sua participação no podcast de Yuri Vieira e ouvido seu programa de rádio True Outspeak. Brilhantes, parabéns. Eles têm sido muito esclarecedores para mim, mas, por outro lado, também me confundiram, principalmente no que se refere à união da maçonaria com o cristianismo. E pode?!

      A propósito: não entendo de profundidades filosóficas, sou só uma esforçada e curiosa ex-jornalista e rainha do lar que tem o vício de gostar de assuntos de que nada entende e que são, em geral, difíceis e complicados. Fazer o quê?

     Na conversa com Yuri, o senhor, citando René Guenón, defendeu a união da maçonaria com o cristianismo como única saída para o furdunço em que está transformado o mundo. O professor falou em maçonaria anti-cristã e maçonaria pró-cristã. O que seria uma e outra? 

     E esta última é um clube de bondades e bons propósitos, uma entidade de princípios éticos, dedicada ao culto da fraternidade, respeitosa de todas as religiões e do Deus de cada uma? E como fica a encíclica Humanus Genus e o documento que a ratifica, escrita pelo cardeal Ratzinger em 83?

     Outra coisa: falar em mistérios, mesmo que sejam pequenos mistérios, não é contrariar o próprio Senhor Jesus Cristo, que mandou gritar sobre os telhados o que se ouvisse na surdina, garantindo que nada havia para ser ocultado?

     A tese de que todas as religiões (inclusive o cristianismo) têm sua gnose é cara a muitos estudiosos do assunto, como é o caso do romeno Mircea Eliade. Ele cita, em defesa de sua idéia, o Evangelho de Mateus, as obras de Orígenes e Clemente de Alexandria e a carta aos Efésios, de São Paulo. 

      Segundo ele, a hierarquia eclesiástica da Igreja dos primeiros tempos combateu a gnose e o esoterismo pelo temor de que certos gnósticos pudessem introduzir no cristianimso doutrinas e práticas radicalmente opostas ao éthos do Evangelho. Eliade afirma:

      - Não era o " esoterismo" e a "gnose" como tais que se revelaram perigosos, mas as "heresias" que se infiltravam sob o manto do "segredo iniciatório".

       Vale lembrar: Eliade faz a ressalva de que, no caso do cristianismo, a existência de um ensinamento esotérico praticado por Jesus e continuado pelos seus discípulos é negada pelos Padres da Igreja e historiadores antigos e modernos.

       E, de volta à questão: não é heresia negar as próprias palavras de Jesus Cristo de que não existe nada secreto?

        Um abraço.

        Mírian Macedo




São Paulo,capital

VTNC é coisa de Olavo

        "Não, isto não é coisa de Olavo de Carvalho, minha gente!". Foi a explicação de um amigo para o xingamento a Dilma Rousseff no Itaquerão.

        Antes não fosse, digo eu. OdeC conseguiu divulgar para todo o Brasil, através de Gentillis, Lobões, Felipes Moura Brasil e milhares de olavetes quadrúpedes, o padrão VTNC de responder, discutir, debater e protestar. 

        Fosse isto apenas uma reação legítima à imoralidade de método petista e eu não seria alvo de 'convite' como aquele dirigido a Dilma Rousseff, nas páginas de Olavo, pela única razão de ter enfrentado o mestre e exposto de maneira transparente os motivos que levaram-me a não querer mais ser sua aluna. 

        Sabendo que eu sou uma mulher casada, o escroque Olavo de Carvalho indicou uma 'especialidade' de aula (que eu não ouso repetir) que eu daria na Velasco University, referência a dois irmãos, um deles seu ex-aluno, que publicam denúncias e fazem perguntas que Olavo não responde.

Olavo e o Facebook

          O Facebook não estragou Olavo de Carvalho, o Facebook revelou Olavo de Carvalho. Ele é o que aparenta ser: um falso intelectual, um pseudo-filósofo, um homem vaidoso, um debatedor truculento, um guru ególatra. É um homem de língua bífida. 

        O bem que fez, criticando a esquerda e revelando referências conservadoras, parece até que foi calculado, serviu apenas para potencializar o mal que faz e ainda fará ao Brasil, atraindo os ingênuos, crédulos e incautos, e levando milhares de jovens ao fanatismo, ao rebaixamento cultural (o linguajar usual de Olavo e olavetes falam por si),  à escuridão reinante. 

        Gratidão? O que Olavo de Carvalho fez de bom, de coração sincero, Deus o recompense. Se ele foi instrumento de salvação e conversão, Deus sabe. Eu também sei que Deus pode usar até o diabo para salvar almas. Esta é uma frase do próprio Olavo. Isto não significa que devemos continuar a ser gratos ao diabo por ele existir. É dever cristão admoestar, corrigir, denunciar o erro

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Pena de Dilma não

         Pena de Dilma? Não. A questão é que hoje, no Brasil, VTNC é o refrão que identifica a fina flor do conservadorismo, os refinados intelectuais da direita e a resistência ao desgoverno delinquente do PT. 

     Ou seja, a escuridão reinante encarnada pelo olavismo. Este é o Brasil que quer substituir o PT no poder? Deus nos livre.

Curtidores de merda

       Xingar a Presidente da República com refrão de baixo calão é só a amostra do que vem por aí. Foi com esta conversa de que não se pode respeitar o desrespeito que Olavo de Carvalho começou a justificar os palavrões e xingamentos chulos a desafetos e críticos em seu programa de rádio, o True Outspeak. 

      Para quem ouvia o programa, aquilo era tão chocante que devia conter um sentido pedagógico superior que alminhas ingênuas e simples não conseguiam alcançar. Um dia, entenderíamos. 

      E o padrão do discurso foi rebaixando, rebaixando, rebaixando, até que o 'mestre' chegou ao ápice da sua atividade pedagógica: dedicou um post inteiro no Facebook à descrição da aparência, consistência e diâmetro de suas fezes quando saiam do próprio ânus. Teve centenas de likes. Curtidores de merda.

Copa: comprar para quê?

* Copa do Mundo movimenta a maior paixão do planeta, envolve cifras milionárias, potencializa egos oceânicos, atende interesses diversos, expõe falhas humanas e prodigaliza genialidades incomparáveis. Para quê comprar resultado? Não precisa.

* O juiz japonês foi absolutamente honesto: roubou um pênalti do Brasil (sobre Kaká aos 3mim13seg) na partida contra a Holanda, na Copa do Mundo da África do Sul, em 2010, e devolveu hoje sobre a Croácia. O meret(r)íssimo juiz foi o mesmo nos dois jogos. A Holanda perdeu para a Fúria espanhola, e o Brasil voltou para casa, culpando Dunga.

* A Copa de 2002 também estava comprada? No jogo contra a Turquia, placar 1 X 1, Luizão se jogou, merecia cartão amarelo e, em vez de disto, o juiz (outro 'japa') deu pênalti a favor do Brasil. A Turquia caiu fora, naquele ano o Brasil ganhou a Copa.

* A Inglaterra também foi descaradamente roubada na Copa da África do Sul. Futebol é bom por causa disto.

* Remember 1978. O Brasil foi o terceiro colocado, invicto! A Argentina foi para a final por saldo de gols: o Peru deixou entrar seis gols inacreditáveis (e bem pagos?). E a Argentina levou o caneco. Adivinha contra quem los hermanos jogaram a final? Contra o Carrossel Holandês, que nos eliminou em 2010, possivelmente por conta daquele pênalti roubado pelo juiz japonês que hoje roubou um pênalti a nosso favor, contra a Croácia.

* Delenda FIFA? Podemos tentar.

* Alguém acha que Pelé jogava bonito todo dia? Pepe, seu companheiro do Santos, ri ao contar que tinha dia que o crioulo jogava bola quadrada.

* (eu acho que Pelé jogava como um deus todo dia. Antes de ser santista, eu era Rei Pelé Futebol Clube. Eu me lembro da Copa de 58, ainda tenho o som das narrações de rádio na memória).

* Se fôssemos gostar ou desgostar de nossos mitos e ídolos pelo que fazem fora da profissão, não ouviríamos Wagner.

* "Essa copa tem muito pouco a ver com futebol." Não tem maracutaia da Fifa que faça um gol como os de Neymar e Oscar neste jogo.

* Faz parte, é condenável, mas só maracutaia não produz o espetáculo que é uma Copa do Mundo Ou um campeonato europeu, ou um campeonato brasileiro. Tem coisas feias de ver? O Santos perdeu para o Ituano, fazer o quê?

* O jogo acaba quando termina. O Brasil ganhou cinco copas, já foi a várias finais. Maracutaia?

* Tem sempre um time africano que surpreende a alegra. Pode ganhar. No Mundial de Clubes de 2013, um tal Raja Casablança, do Marrocos, eliminou o Galo de Ronaldinho Gaúcho e disputou o título com o Bayern (e perdeu hehe).

* Em Portugal, quando dizem Ronaldo, referem-se a Cristiano. Aqui no Brasil Ronaldo é o Fenômeno. Como tem outro fenomenal, nós o chamamos Ronaldinho. Temos muitos, manja?

domingo, 8 de junho de 2014

Non mi piace. Estou fora.

      A quem serve esta pergunta aberrante e tosca 'VOCÊ TERIA CORAGEM DE SE SUBMETER AOS CUIDADOS DE UM MÉDICO JUDEU?'. 
Não venham sacar Talmud/Tenach (non sono intenditore), é inaceitável e insensata em si mesma a formulação da pergunta. Ou estamos a discutir uma abstração, só para passar o tempo? 


      Quem cuida de minha família (meu marido tem sangue árabe, é neto de sírios cristãos) são os médicos do Hospital Israelita Albert Einstein. O oncologista Sergio Simon e o neuropediatra Saul Cypel são alguns dos médicos judeus que trataram de nós. Dois anjos.
     O Einstein mantém há muitos anos, na favela de Paraisópolis, aqui no Morumbi, uma unidade que atende à população local, gratuitamente, com os mesmos médicos que trabalham no hospital-sede. O atendimento é de excelência. Coisa de judeu.
       Assim, como se pode dizer de meu marido que é 'árabe', eu posso dizer de vários amigos meus que são 'judeus'. São 'judeus' não porque pratiquem o judaísmo (alguns o fazem), mas porque tem ascendência judia, hábitos e práticas culturais associadas ao povo judeu, comidas, nomes e sobrenomes, biotipo de judeu. A sua história conta-se sempre em referência aos 'judeus'. Ninguém os confunde com 'japoneses'.
      Querem falar de máfia sionista? Nenhum problema. Mas tem de falar como se fala da Yakuza. A Yakuza é a máfia japonesa, não é o Japão, nem os japoneses.
      Esta artimanha de misturar, sem esclarecer muito, o judaísmo talmúdico com o judeu (etnia) beira à má-fé. Non mi piace.

sábado, 7 de junho de 2014

Olavo de Carvalho: é assim

       Eu tive a coragem de confessar a realidade que estava diante do meu próprio nariz e dizer, com sinceridade: "É assim". Olavo de Carvalho virou uma seita. À sua volta, a cada dia surgem mais e mais pelotões de fanáticos empunhando armargumentos com o objetivos exclusivo de incensar o mestre e dar um block naqueles que, por várias razões, sempre sórdidas, claro, ousam afrontar o intocável guru. 

       Qualquer um que o faça, está carimbado: quer parasitar a fama de Olavo de Carvalho, sente inveja dele ou faz parte de um complô para destruí-lo (o do dia é o duguinista. Vai ver eu faço parte). 

      A coisa não começou exatamente agora, já vem de algum tempo. Aos poucos, aquela linguagem grosseira e truculenta do programa True Outspeak - onde ali tinha a função (discutível) de dar ao desrespeito o tratamento que ele merecia - passou a contaminar a voz de Olavo de Carvalho no Facebook.

      O discurso cortês e ameno do professor nas aulas do Seminário de Filosofia (escolhido de propósito para emprenhar suavemente a audiência com idéias gnósticas temperadas por guénons e schuons) acabou dando lugar no Facebook à linguagem de intimidação e desqualificação de qualquer pessoa que ousasse até mesmo relembrar-lhe suas próprias palavras. E tome pedagogia do palavrão, porque "Padre Pio, porque santo tal... Qual o quê!

      É mais que só palavrão. Como um amigo confidenciou: "Antes, Olavo era 'polêmico'. Hoje, ele parece ser um homem de uma vaidade atroz, que não admite divergência alguma, mesmo a mais polida. É uma mistura estranhíssima de agressividade e vitimismo." 

      No Facebook, Olavo de Carvalho vive cercado por milhares de pessoas que não leram meia dúzia de seus artigos e juram saber que ele é o maior filósofo do mundo. Logo ele, que faz crer que dedicou a vida inteira ao exercício  rigoroso e exigente do sacerdócio intelectual, uma vida em meio aos livros (não é exatamente bem assim).

      Olavo de Carvalho pode servir a muita gente. Não mais para mim. Durante anos, a despeito dos engulhos provocados pelo palavreado pantanoso, eu não economizei palavras para expressar-lhe minha gratidão e admiração.  

      Nesta época, o véu de (falsa) respeitabilidade que recobria a sua reputação intelectual ainda não tinha sido retirado. Por isto, mesmo quando eu já tinha chegado ao meu limite, disposta a dizer a mim mesma 'basta', ainda assim, eu recuei, engoli o sapo e declarei que continuava cerrando fileiras em torno do 'líder conservador de que o Brasil precisava" (porque 'a hora não é de desunir", eu pensava).

     Mas uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Para mim, já tinha chegado ao fim. Não quis mais ser aluna Olavo de Carvalho. A hora era de peneirar tudo, apurar o (pouco) que restava de verdade em tudo o que falou e escreveu nos quase dez anos em que eu o acompanhei. Devota? Eu não.

    Hoje, 
a imagem de Olavo de Carvalho é a de um homem perdido sobre um trem que precipitaSua máscara caiu, suas mentiras apareceram, seu passado acusador voltou. Mas ele não quer ir - e não está indo - sozinho para o abismo. Um passeio por sua páginas o confirma. Ele vai, mas leva consigo uma manada grande.

     Afinal, como se deve imitar tudo o que o mestre fizer e fazer tudo o que o mestre  mandar - e o mais polido que o mestre faz e manda é tomar lá, chupar cá, enfiar ali - a descarga de palavras chulas e imagens grotescas nas páginas de Olavo escorrem pelos can(t)os. Hoje é assim.

O medo do farsante

     Estes bocós que acham que eu quero 'superar o Mestre' por inveja ou qualquer outra vibe inferior não devem perceber que Olavo de Carvalho não é trouxa de pensar assim. Ele sabe quem eu sou, ele sabe do que eu estou falando. Palavras dele no hangout com o menino Kim: 

    "Todo farsante vive no temor permanente de ser desmascarado. E é por isto mesmo que tem um comportamento histriônico, assim muito demonstrativo. Que mostra que não são pessoas sinceras. Pessoa sincera fala a verdade de maneira simples e, quando ela está errada, ela volta atrás, sem problema nenhum".

terça-feira, 3 de junho de 2014

Sexo, Sufismo e Mentiras: Quando Olavo é Traído por Sidi

quarta-feira, 4 de Junho de 2014


Nesta publicação, o Prometheo Liberto traz ao público aquela carta dentre toda a correspondência trocada entre Olavo de Carvalho/Sidi Muhammad e Martins Lings que é a mais comprometedora. Nelas pode-se ver Lings dando as solicitadas instruções a Sidi de como pagar o zakat (esmola), um preceito exotérico do Islã. Ora, se Sidi Muhammad fosse apenas sufi, como ele alega, estaria desobrigado de pagar o zakat, pois tal preceito só deve ser seguido pelos muçulmanos. Assim, a submissão de Sidi Muhammad ao preceito exotérico de pagamento do zakat é uma prova de sua conversão. Lings menciona ainda que Sidi era o líder da comunidade dele. Logo, cabia a ele decidir como usar o dinheiro arrecadado com o zakat. Dito isso, não há mais como sofismar sobre a conversão de Olavo ao Islã.

Outro fato desabonador sobre o passado do embusteiro consiste na afirmação de Lings de que as mulheres da tariqa eram iniciadas mediante intercurso carnal com pessoa do sexo oposto. Logo, os rituais da tariqa envolviam relações sexuais. Numa discussão travada com  Caio Rossi pelo Orkut, Sidi Muhammad disse que a tariqa do Schuon era uma esculhambação e havia troca de casais. Acrescentou que, mais cedo ou mais tarde, iria revelar os nomes do tariqueiros que faziam swing. Como Sidi é mitômano, essa informação isoladamente soaria pouco crível, mas após ler-se a carta de Lings, vê-se que é verossímil.  Desse modo, ficam as perguntas:

1) Sidi Muhammad só assistia à iniciação das mulheres ou também participava desse ritual? Sua esposa foi iniciada com o marido ou com algum outro homem?

2) 
Havia mulheres solteiras na tariqa. Quem as iniciava?  A Sharia não permite que uma muçulmana solteira tenha relações sexuais. Schuon permitia a violação da Sharia em sua tariqa ?

3) O que foi feito das crianças eventualmente geradas nesses bacanais sufi?

4) Qual o interesse honesto haveria em esconder uma supostamente abandonada conversão ao Islã?


Eis a transcrição dos originais da réplica de Martin Lings a consulta prévia do Olavo:

"Dear S. Muhammad.

Thank you for your recent letter. Here are the answers to your questions, and to those of Sa. Sahlah, during our telephone conversation.

1. The zakat is not an easy matter. In a general way it is 2,5 % of one's income after taxes, or if one has an independent fortune, one can tax the revenues derived from the interest or income that is drawn from it yearly. In cases of need, where the income barely covers the expenses of life, then one need pay no zakat, obsviously. The zakat can be collected and kept for emergencies, for fuqara who are ill or helpless, for travel to Bloomington, for fuqara who do not have enough to live on, etc. The leader of the community can decide how to use it -- in this case, you. Zakat is normally paid once a year, after Ramadan, but it is enough to pay once a year. Those who cannot pay money, can offer zakat in other ways: basically by helping others, in an informal manner. Those who feed others a great deal can also be considered to be paying a zakat.

2. Since there are only three of you who are initiated, you cannot chant the Name aloud. You may lead a chant of the Shahadah ( first Shahadah ) instead: 100, 300, 500 ... 1000 times. Then you may keep a long silence to invoke silently. The women do not have to be in a different room, simply in back of the men, as in Bloomington.

3. The woman is initiated by man during the sexual act - assuming no interference by birth-control devices. There is no initiation apart from this contact.

4. For the French editions of Understanding Islam and The Transcendent Unity, you must contact "Edition du Seuil" 27 rue Jacob 75261 Paris. As you know, one should use the 1979 edition ( the newest ) of Transcendent Unity, since the Shaykh revised the older edition.

5. S. 'Abd al Aziz = Hernan Cadavid - 208 S. Jefferson St.
    S. 'Abd al Latif = Michael Pollack 3280 Inverness Farm Rd.
Both are in Bloomington, IN 47401.

6. We do not yet know when exactly S. Abu Bakr is coming. But he usually comes the last week in August through the first week in September. And yes, it is all right if all five of you come.

One small correction, Sidi: one should not say, "Je prie Dieu qu'il soit toujours satisfait de vous" to the Shaykh. No doubt your intention was to follow the Arabic "radiya 'Lláhu anhu", which is normally said or written after the names of saints. But it is only done after the saints has died. It is best left in such cases in the Arabic, rather than translated, as it sounds peculiar in a European context, and really makes sense only in Arabic, owing to its Koranic connotations. For the Shaykh it is enough to say, "may God bless you always", or something of the kind.

We often think and speak of you, and we all hope you will be able to visit us again soon. Please algo give my best greetings to S. Abd Allah and the other Friends.

With all my best wishes.

Abu Bakr Siraj Ad-Din  (Martin Lings)"

http://libertoprometheo.blogspot.com.br/2014/06/sexo-sufismo-e-mentiras-quando-olavo-e.html?spref=fb