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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Para quem quer saber sobre a indústria do aborto nos Estados Unidos: quase 350 mil abortos foram realizados no ano fiscal entre 2013 e 2014. Três de cada quatro mulher que abortou são negras. Para que Ku Klux Klan?
Donald Trump cortou o financiamento das atividades no exterior da principal instituição aborteira dos Estados Unidos - a Planned Parentohood, que recebeu no último ano 530 milhões de dinheiro público. A PP doou $ 30 milhões de dólares para Hillary Clinton, que defendeu o aborto até os nove meses de gravidez. É o chamado partial birth abortion. A criança pronta para nascer é retirada do ventre materno, mantendo apenas a cabeça ligada ao corpo da mãe. Então, o médico enfia uma tesoura na nuca da criança e pelo orifício, suga o seu cérebro. É preciso que a cabeça do bebê fique dentro do corpo da mãe, assim ele não 'nasceu'. A lei não permite o seu assassinato depois de nascer (sic)
Alexandre Borges


De acordo com o relatório anual da Planned Parenthood que acaba de ser divulgado, no último ano fiscal (01/07/2013 a 30/06/2014) a corporação foi responsável por 327.653 abortos nos EUA, ou seja, a cada 1 minuto e meio uma criança foi morta.
O aborto é um grande negócio para a empresa. A bilionária corporação da morte faturou US$ 528,4 milhões do governo americano no período, o que representou 41% de todo seu faturamento.
A Planned Parenthood foi fundada em 1921 pela enfermeira Margaret Sanger, uma ativista filiada à Ku Klux Klan que tinha como objetivo controlar o nascimento de negros e pobres. Ela era uma entusiasta da política de esterilização em massa e do sexo livre. Margaret Sanger chegou a propor que o governo instituísse um sistema de licenças para permitir quem pode ou não gerar filhos, algo como a política chinesa do filho único numa versão ainda mais radical. Ela acreditava nas teorias eugênicas e via no aborto uma maneira de "limpar e purificar" a raça humana.
O conglomerado abortista é presidido desde 2006 por Cecile Richards (foto), 57 anos, filiada ao Partido Democrata e próxima à Nancy Pelosi e Barack Obama. Ela é também conselheira da Fundação Ford, uma das mais importantes financiadoras da esquerda mundial.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Aborto: ser ou não ser

        Direito ao aborto: muitos defensores do aborto lançam mão do argumento de que a ciência não chegou à conclusão de que um zigoto de um segundo de existência, um embrião de poucos dias ou um feto de várias semanas é um ser humano. Mas a mesma ciência também não concluiu - e nunca afirmou - que um zigoto de um segundo de existência, um embrião de poucos dias ou um feto de várias semanas não é um ser humano. Logo, pode ser (todo mundo sabe que é, mas deixemos assim). 

        Se não for ser humano, quem é contra o aborto pagará no máximo um mico de ter defendido um amontoado de células indeterminadas e amorfas, assim como cutículas, cabelo ou calo. Se for ser humano, aí não pode matar. Ponto final. Tem 50% de chance de ser e 50% de chance de não ser. Matar um ser humano inocente e indefeso é assassinato. Crime hediondo. Não dá para justificar sob hipótese alguma. Na dúvida se é ou não um ser humano, não pode matar.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Aborto e neopaganismo

          Neguinho se acha iluminado e considera obscurantismo primitivo ser cristão - pior, católico! - e rezar pedindo a intercessão da Virgem Maria para proteção dos bebês na barriga de suas mães. 


          São os mesmos que consideram patamar superior de espiritualidade fazer oferendas à Deusa Mãe, a Pachamama e ao Eterno Feminino, revivendo práticas do paganismo primitivo e idólatra. 


          Pode conferir: os adoradores da Grande Mãe são geralmente empedernidos e combativos militantes do 'direito' ao aborto.
Ignoram (ignoram?) que o direito à vida foi garantido pelo cristianismo. Na 'civilizada' Roma, o pai tinha o direito de (até) matar o filho, sem ser acusado de homicídio. Era o pater familias.

          Como já nascemos no que precisamente e acertadamente chamamos de 'civilização ocidental CRISTÃ", não se percebe mais as origens cristãs da civilização que se formou a partir da queda do Império Romano, ali pelo final do século IV.

          Um pouco de informação e honestidade não faria mal a ninguém. Mas o diabo não deixa ninguém conhecer a própria história. Mas há sempre tempo.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Aborto e estupro

         Ninguém se coloca no lugar da criança que será abortada. Para qualquer pessoa, a coisa mais 'vital', importante e essencial é sua própria vida. É a sua existência. Eu, Mírian, não sei como é não ser. Se um de nós tivéssemos sido fruto de um estupro, nós, inocentes, deveríamos ser eliminados, mortos, assassinados? O que nós fizemos para isto? 

         Não adianta dizer que um de nós poderia não existir, se não tivéssemos sido concebidos. Mas o bebê a ser abortado foi concebido, existe ali um ser que, cumprido o seu processo de desenvolvimento, vai virar Maria, José, Mírian ou Rafael. 

         Esta é a questão. O Estado não pode dar o direito a ninguém de decidir se quer ou não que outra pessoa viva, por maior que seja a tragédia do estupro. Quem morre é a criança. Ela é vítima de um assassinato, a mãe é vítima de um estupro. Hierarquicamente, o assassinato é mais grave que o estupro.